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Do Brasil para o Met Gala: todas as brasileiras que já pisaram no tapete 

De pioneiras a protagonistas globais, o Brasil construiu presença, não só aparição, na escadaria do Met

04/05/2026 - 17h45min

O Met Gala pode até ser uma noite, mas o impacto dura anos e o Brasil vem ocupando esse espaço com estratégia, estética e, principalmente, narrativa. Não é uma invasão em grande escala, mas cada brasileira que passa por ali deixa sua marca.

Com a edição de 2026 acontecendo agora, o radar volta para quem pode aparecer. Mas antes, vale relembrar  quem já representou nosso país por lá.

Sônia Braga

Muito antes de transmissão ao vivo, threads no X ou breakdown de looks no TikTok, Sônia Braga já estava no Met Gala. Em 1990, ela se tornou a primeira brasileira a participar do evento, acompanhada por Isabella Rossellini.

Naquele momento, o evento ainda não era o fenômeno pop que conhecemos hoje, mas já era extremamente relevante dentro da elite cultural. A presença de Sônia não foi apenas simbólica: ela representava o Brasil em um momento em que atrizes latino-americanas ainda tinham pouca visibilidade internacional.

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Gisele Bündchen

Se existe uma brasileira que transformou o Met Gala em território familiar, é Gisele. Desde sua estreia em 1999, ela construiu uma trajetória sólida no evento, com participações frequentes ao longo dos anos: 2003, 2006 a 2014, 2017 a 2019 e 2023.

No tapete mais famoso de NY, a nossa modelo já apostou em Versace em sua estreia, reforçando o vínculo com grandes maisons. Em 2011, brilhou com Alexander McQueen em um dos tributos mais icônicos do evento. E em 2023, usou um Chanel vintage criado por Karl Lagerfeld, conectando história e homenagem

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Adriana Lima

Entre 2014 e 2017, Adriana construiu uma sequência de aparições que reforçaram sua imagem fora das passarelas da Victoria’s Secret.

O destaque vai para 2017, quando surgiu com um vestido da Versace com fenda marcante, equilibrando sensualidade com o conceito mais artístico do tema inspirado em Rei Kawakubo.

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Alessandra Ambrosio

Com participações em 2010 e 2016, Alessandra mostrou versatilidade, mas foi na edição “Manus x Machina” que realmente marcou.

Vestindo Balmain, ela trouxe um look futurista que dialogava diretamente com o tema tecnologia x moda.

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Isabeli Fontana

Isabeli esteve em várias edições (2004, 2007, 2009, 2012), sempre com escolhas seguras, mas sofisticadas.

Ela representa um tipo específico de presença no Met: menos viral, mais elegante e consistente.

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Carol Trentini

  • Carol Trentini

Desde 2007, Carol construiu uma relação forte com o evento, e talvez seja uma das brasileiras que melhor entende o espírito do Met Gala.

Carol joga o jogo da moda como linguagem artística, exatamente o que o Met pede.

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Valentina Sampaio

Estreando em 2021, Valentina levou mais do que um look, levou representatividade global.

Com um vestido de Iris van Herpen, ela trouxe inovação, tecnologia e identidade em um só visual.

Além de ser pioneira como modelo trans em grandes capas e passarelas, sua presença no Met reforça que o evento também acompanha transformações sociais.

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Alice Braga

Em 2008, Alice participou do Met em um momento em que sua carreira internacional estava em ascensão.

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Anitta

Anitta não foi ao Met Gala por acaso, foi como parte de um plano claro de internacionalização.

Participações:

  • 2021: estreia com Oscar de la Renta
  • 2022: visual icônico com Moschino
  • 2023: look de Marc Jacobs

Ela entende o Met como vitrine global. Cada aparição reforça branding, posicionamento e conexão com a indústria fashion.

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Camila Coelho

Em 2019, Camila mostrou que o Met Gala já não é mais exclusivo de cinema e moda tradicional.

Convidada por Diane von Furstenberg, ela representou a força dos criadores digitais, e a influência direta nas tendências globais.

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Bruna Marquezine

Depois de anos sendo cotada, Bruna finalmente estreou em 2024, e fez isso no momento certo.

Vestindo Tory Burch, ela entregou um visual delicado, estruturado e alinhado ao tema.

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Rodrigo Santoro

Sim, temos um brasileiro homem no Met, e ele segue sendo o único até hoje. Santoro participou da edição de 2015, com um smoking clássico e visual mais discreto, alinhado ao tema da noite. 

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Do lado de cá

A transmissão oficial fica nas mãos da Vogue, que exibe tudo nas suas plataformas digitais. A transmissão acontece no dia 4 de maio, segunda-feira, a partir das 19h (no horário de Brasília).

Você pode assistir através do site da Vogue, no canal da Vogue no YouTube e também no perfil da Vogue no TikTok.


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