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Met Gala: 15 looks icônicos que definiram o tapete vermelho mais fashion do mundo

Entre performance, luxo e ousadia, esses looks definiram o que é fazer história no tapete vermelho

30/04/2026 - 18h39min

Na primeira segunda-feira de maio, a moda entra no território do espetáculo. O Met Gala não é só um tapete vermelho, é onde celebridades testam limites, contam histórias com tecido e, às vezes, redefinem o que vestir pode significar.

Enquanto o mundo aguarda mais uma edição, a ATL fez o dever de casa: revisitou momentos que realmente entregaram tudo. Aqueles looks que não ficaram só bonitos nas fotos, eles atravessaram o tempo.

Aqui não tem ordem viu? Até por que é difícil definir algumas posições.

1. Rihanna (2015, Guo Pei)

Se existe um antes e depois no Met Gala, ele passa por esse look. O vestido amarelo imperial, com capa gigante forrada de pelos e bordados feitos à mão, levou dois anos para ficar pronto, e dá pra perceber. 

Inspirado na tradição chinesa, ele dominou a escadaria do museu e viralizou instantaneamente. Mais do que impacto visual, foi um turning point: depois dele, seguir o tema deixou de ser diferencial e virou obrigação.

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2. Rihanna (2018, Maison Margiela)

Aqui, Rihanna não só seguiu o tema, ela encarnou. Vestida como uma versão fashionizada de papa, com mitra e tudo, ela transformou “Heavenly Bodies” em um espetáculo barroco cheio de pedrarias e referências religiosas. O nível de detalhe da peça impressiona até hoje. É aquele tipo de look que você descobre coisas novas cada vez que olha.

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3. Lady Gaga (2019, Brandon Maxwell)

Não foi só um look, foi uma performance completa. Gaga chegou com um vestido pink gigante e, no meio do tapete, começou a desmontar tudo: revelou mais três looks, um atrás do outro, até chegar em lingerie com cristais. O conceito de “camp”, exagerado, irônico, teatral, ganhou forma ali. E detalhe: tudo coreografado. Um dos momentos mais entretenimento da história da moda.

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4. Zendaya (2018, Versace)

Zendaya virou uma espécie de Joana d’Arc moderna. O vestido com efeito de armadura, ombreiras estruturadas e brilho metálico equilibrava força e delicadeza. Foi um dos looks mais fiéis ao tema e, ao mesmo tempo, um dos mais elegantes. Nada ali parecia fantasia, parecia personagem.

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5. Zendaya (2019, Tommy Hilfiger)

Sim, ela foi de Cinderela, e fez funcionar. O vestido azul volumoso com mangas bufantes já chamava atenção, mas o momento veio quando ele começou a acender no tapete vermelho. Com ajuda do stylist Law Roach, a cena virou um mini espetáculo ao vivo. Mais do que estética, era storytelling.

6. Blake Lively (2022, Versace)

Blake transformou moda em narrativa histórica. O vestido começou em um tom cobre e, ao ser revelado no tapete, mudou para verde, referência direta à oxidação da Estátua da Liberdade. A peça ainda trazia elementos inspirados na arquitetura de Nova York. É aquele tipo de look que não só impressiona, mas faz sentido.

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7. Sarah Jessica Parker (2006, Alexander McQueen)

Uma aula de como misturar referências. O vestido tartan trouxe o punk britânico, enquanto a silhueta dramática mantinha a elegância clássica. Foi um dos primeiros momentos em que o Met mostrou que tradição e subversão podiam, e deviam, coexistir.

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8. Kendall Jenner (2021, Givenchy)

Nem todo look precisa ser performático pra ser memorável. Kendall apostou no glamour old Hollywood com um vestido transparente cheio de cristais, inspirado em Audrey Hepburn. O resultado? Um daqueles visuais que parecem saídos de um clássico do cinema, atemporal e hipnotizante.

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9. Zoë Kravitz (2021, Saint Laurent)

Minimalista, mas nada óbvio. O vestido de malha metálica super transparente foi direto ao ponto: sensualidade, atitude e zero esforço aparente. Zoë provou que, no meio de tanta informação, simplicidade também pode ser chocante.

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10. Cher (1974, Bob Mackie)

Muito antes do Met virar o espetáculo que é hoje, Cher já entregava tudo. O look transparente com plumas e brilho foi ousado para a época, e continua sendo. É quase impossível falar de moda no tapete vermelho sem passar por esse momento.

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11. Princesa Diana (1996, Dior)

Mais do que estética, esse look carregava significado. O slip dress azul, com renda e caimento leve, marcou uma nova fase na vida de Diana, mais livre, mais moderna. Foi discreto comparado a outros momentos do Met, mas extremamente poderoso. O detalhe ficava por conta do colar chamativo, conhecido por compor seu famoso revenge look.

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13. Donatella Versace & Gianni Versace (1996, Versace)

Um momento que vai além da roupa. Donatella e Gianni apareceram juntos no Met Gala vestindo peças da icônica fase bondage da Versace, carregadas de atitude, sensualidade e provocação. Foi a última vez que os dois estiveram juntos no evento, o que transforma o look em um registro histórico da moda. Polêmico na época, referencial até hoje.

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14. Zendaya (2024,  Maison Margiela)

Zendaya voltou ao Met mostrando por que é considerada uma das maiores forças fashion da atualidade. Com uma proposta de alta-costura dramática, maquiagem intensa e styling preciso, ela entregou um visual que equilibrava fantasia e sofisticação. É aquele tipo de presença que não precisa de explicação longa, basta aparecer que o impacto acontece.

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14. Doja Cat (2023, homenagem à Choupette)

Ela não só se vestiu, ela virou personagem. Inspirada na gata de Karl Lagerfeld, Doja Cat apareceu com próteses faciais e comportamento felino. Memorável? Com certeza.

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15. Doechii (2025, Louis Vuitton)

Nem sempre é sobre um vestido específico. No caso da Doechii, foi o conjunto: cabelo volumoso impecável, presença e styling afiado, com referências a marca que a vestia até mesmo em detalhes da pele. Um lembrete de que o impacto de um look também está na forma como ele é sustentado.

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O Met Gala nunca foi só sobre roupa bonita. É sobre interpretação, risco e memória. Os melhores momentos são aqueles que fazem a gente parar, olhar duas vezes e pensar: ok, isso aqui é moda de verdade.



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