Você lembra de todos? Relembre os mascotes mais icônicos da história da Copa do Mundo
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Você sabe como surgiram os mascotes da Copa do Mundo? Conheça a história por trás dos personagens

Muito antes de virarem pelúcias, figurinhas e personagens inesquecíveis, os mascotes nasceram para representar a cultura dos países-sede. Conheça a história que começou há quase 60 anos.

29/06/2026 - 19h53min

Atualizada em: 30/06/2026 - 10h56min

Se você cresceu acompanhando a Copa do Mundo de 2014, provavelmente o primeiro mascote que vem à cabeça é o Fuleco. O tatu-bola azul virou febre entre crianças, estampou produtos oficiais e acabou se tornando um dos símbolos daquele Mundial.

Mas a história dos mascotes da Copa começou muito antes disso.

Hoje, eles fazem parte da identidade de cada edição do torneio, ajudam a divulgar a cultura dos países-sede e acabam entrando para a memória afetiva dos torcedores. O que pouca gente sabe é que essa tradição existe desde a década de 1960 e acompanha a evolução da própria Copa do Mundo.

Qual foi o primeiro mascote da Copa do Mundo?

O primeiro mascote oficial surgiu na Copa de 1966, disputada na Inglaterra.

Chamado Willie, ele era um leão vestido com as cores da bandeira britânica. A escolha fazia sentido: o leão é um dos principais símbolos nacionais do país e marcou o início de uma tradição que permanece viva até hoje.

Além de representar a Inglaterra, Willie é considerado um dos primeiros mascotes esportivos modernos do mundo.

Reprodução/Internet

Os mascotes mais curiosos da história da Copa

Depois de Willie, cada país passou a criar personagens inspirados em sua própria cultura.

O México apresentou Juanito, um garoto usando sombrero, em 1970. Quatro anos depois, a Alemanha Ocidental trouxe os irmãos Tip e Tap. Já a Argentina apostou no Gauchito, inspirado na figura tradicional do gaúcho argentino.

Mas nem todos os mascotes foram pessoas ou animais.

Em 1982, a Espanha surpreendeu ao escolher uma laranja chamada Naranjito para representar o torneio. Quatro anos depois, o México inovou novamente com Pique, uma pimenta de bigode e sombrero.

Outro personagem que divide opiniões até hoje é Ciao, mascote da Copa da Itália em 1990. Formado por barras geométricas coloridas e com uma bola de futebol no lugar da cabeça, ele continua sendo lembrado como um dos mascotes mais diferentes da história dos Mundiais.

Como surgiu o Fuleco?

Para muitos brasileiros, nenhum mascote marcou tanto quanto o Fuleco.

Criado para a Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil, ele foi inspirado no tatu-bola, espécie típica da fauna brasileira que está ameaçada de extinção.

O nome surgiu da união das palavras "futebol" e "ecologia", reforçando uma mensagem de preservação ambiental durante o torneio.

Além de representar o país, Fuleco conquistou uma geração inteira e continua sendo um dos mascotes mais lembrados da história da Copa.

Quem são os mascotes da Copa do Mundo de 2026?

A edição de 2026 trouxe uma novidade inédita.

Como a Copa acontece simultaneamente em Estados Unidos, México e Canadá, a FIFA apresentou três mascotes oficiais, um para cada país-sede:

  • Clutch - Estados Unidos
  • Zayu - México
  • Maple - Canadá

Cada personagem foi criado para representar aspectos culturais e naturais do seu respectivo país, reforçando o caráter multicultural daquela que é a primeira Copa do Mundo disputada em três nações diferentes.

Divulgação/FIFA

Todos os mascotes da Copa do Mundo

Ao longo de quase seis décadas, a Copa apresentou personagens que se tornaram parte da história do futebol.

Imagem criada por IA/Gemini

Muito mais do que personagens

Mais do que pelúcias ou itens de colecionador, os mascotes contam um pouco da história de cada Copa do Mundo.

Eles representam a cultura dos países-sede, ajudam a aproximar o torneio do público, movimentam o mercado de produtos oficiais e acabam eternizando momentos que vão muito além dos jogos.

É por isso que, décadas depois, nomes como Willie, Naranjito, Fuleco e La'eeb continuam despertando lembranças em torcedores de diferentes gerações.


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