10 teorias sobre o hexa do Brasil na Copa do Mundo 2026 que viralizaram nas redes sociais
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10 teorias que fazem a internet acreditar no hexa do Brasil

Entre coincidências, superstição e memes, a internet encontrou vários "sinais" de que 2026 pode terminar com a sexta estrela da Seleção

29/06/2026 - 11h43min

Atualizada em: 29/06/2026 - 18h35min

Em época de Copa do Mundo, estatísticas ganham novos significados, coincidências viram combustível para a esperança e qualquer detalhe pode ser interpretado como um sinal. Com o Brasil enfrentando o Japão nesta segunda-feira (29), às 14h, em Houston, pela segunda fase do Mundial, as redes sociais voltaram a fazer aquilo que fazem de melhor: criar teorias para explicar por que o hexa finalmente pode estar chegando.

Tem coincidência histórica, numerologia, NBA, astrologia, cultura pop e até álbum de figurinhas. Nenhuma delas garante uma vaga na final, claro. Mas todas ajudam a manter viva a tradição de que acreditar também faz parte da Copa.

1. O jejum de 24 anos se repetiu

Essa talvez seja a coincidência que mais conquistou os torcedores. Depois do tricampeonato em 1970, o Brasil passou exatamente 24 anos sem levantar a taça até conquistar o tetra, em 1994.

Agora, o cenário voltou a ser o mesmo. O último título foi em 2002 e a Copa de 2026 também acontece depois de um intervalo de 24 anos. Para quem gosta de padrões, é impossível ignorar a semelhança.

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Copa de 2002

2, A Copa voltou para a América do Norte

Outro detalhe que virou assunto é o mapa da competição. O Brasil conquistou dois de seus cinco títulos em solo norte-americano. O tricampeonato veio no México, em 1970. O tetracampeonato aconteceu nos Estados Unidos, em 1994.

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Copa de 1994

Agora, a Copa reúne justamente esses dois países como sedes, ao lado do Canadá. Para muitos torcedores, é mais um ingrediente da coleção de coincidências.

3. O Grupo C virou motivo de esperança

Desde o sorteio da Copa, uma teoria ganhou força. A França foi campeã em 2018 depois de liderar o Grupo C. A Argentina repetiu o roteiro em 2022.

Em 2026, quem começou a caminhada nessa mesma chave foi o Brasil. É apenas uma coincidência, mas suficiente para movimentar milhares de publicações nas redes sociais.

4. A campanha lembra o caminho até o penta

Pouca gente lembra, mas o Brasil chegou desacreditado à Copa de 2002.

A Seleção trocou de treinadores durante o ciclo, teve uma campanha irregular nas Eliminatórias e garantiu classificação apenas na reta final. O roteiro parece familiar.

Entre o fim do ciclo de Tite e a chegada de Carlo Ancelotti, passaram Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior. Assim como em 2002, o time desembarcou na Copa cercado de dúvidas.

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Técnico da Seleção em 2026, Carlo Ancelotti

5. Eliminatórias complicadas

Outro paralelo está justamente na campanha classificatória. Antes do penta, o Brasil perdeu seis partidas nas Eliminatórias.

Antes da Copa de 2026, o número voltou a se repetir. Os resultados não empolgaram a torcida, mas também lembraram que campanhas difíceis antes do Mundial não impediram conquistas no passado.

6. Imagens enigmáticas

Aqui a teoria é bem visual e sem nenhum significado místico por trás. Nas redes sociais, internautas tem reparado em "coincidências" entre os posicionamento de alguns jogadores em fotos e seus números de camiseta. 

Além disso, a junção dos números de três destaques da Seleção deste ano, Vini Jr. (7), Rayan (36) e Endrick (19), dois dentro de campo e um que conquistou a internet, correspondem a data da final do campeonato. 

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7. Neymar revive um roteiro conhecido

Em 2002, Ronaldo Fenômeno chegou cercado de desconfiança por causa das lesões e respondeu dentro de campo.

Agora, Neymar também entrou na Copa convivendo com questionamentos físicos. Recuperado de uma lesão, voltou a atuar durante o torneio e reacendeu a expectativa dos torcedores.

As histórias são diferentes, mas a narrativa da redenção voltou a aparecer entre os fãs da Seleção.

8. A teoria dos Knicks

Essa talvez seja a superstição mais inesperada. Sempre que o New York Knicks chegou às finais da NBA em um ano de Copa disputada na América do Norte, o Brasil terminou campeão.

Foi assim em 1970. Aconteceu novamente em 1994. Em 2026, os Knicks voltaram àa vencer a liga. Bastou isso para a internet decretar, em tom de brincadeira, que todos viraram torcedores da franquia de Nova York.

Reprodução
New York Knicks foram os campeões da NBA 2026

9. Copa também fugiu do padrão

O penta foi conquistado em uma edição histórica. Em 2002, pela primeira vez, a Copa aconteceu em dois países, Coreia do Sul e Japão.

Agora, o torneio volta a quebrar paradigmas. Pela primeira vez reúne 48 seleções e três sedes diferentes: Estados Unidos, México e Canadá. Mais uma Copa fora do convencional, mais um motivo para quem acredita em coincidências.

10. A fase de grupos foi replay de 1994

Os paralelos chegaram até a campanha inicial. Na Copa de 1994, o Brasil avançou com duas vitórias e um empate.

Em 2026, a Seleção repetiu exatamente o mesmo desempenho na primeira fase, encerrando a etapa na liderança do Grupo C.

É outro detalhe que entrou para a lista das coincidências compartilhadas pelos torcedores.

Confronto com o Japão

Nenhuma teoria aqui. Para continuar alimentando todas essas coincidências, o Brasil precisa fazer a parte mais importante: vencer dentro das quatro linhas. O próximo capítulo acontece nesta segunda-feira, às 14h, contra o Japão, em Houston.

Se as superstições têm algum poder, ninguém sabe. Mas uma coisa é certa: durante a Copa do Mundo, qualquer coincidência vira combustível para quem ainda sonha em ver a sexta estrela bordada na camisa da Seleção.


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