
A cinebiografia Michael, que retrata a trajetória musical de Michael Jackson, chegou aos cinemas na última semana com um desempenho acima do esperado, e já entrou para a história do gênero.
No primeiro fim de semana, o longa arrecadou cerca de US$ 217 milhões globalmente, sendo US$ 97 milhões apenas nos Estados Unidos. Com isso, registrou a maior estreia da história para uma cinebiografia.
Antes da estreia, as estimativas indicavam uma arrecadação entre US$ 50 milhões e US$ 60 milhões no mercado americano. O resultado final praticamente dobrou essa previsão.
O desempenho também colocou o filme à frente de títulos como Bohemian Rhapsody e Straight Outta Compton, que até então tinham as maiores aberturas do gênero.
O filme estreou simultaneamente em mais de 80 mercados e liderou as bilheterias na maior parte deles.
Em dezenas de países, bateu recordes de abertura para produções do mesmo tipo. O Brasil aparece entre os destaques, com forte adesão já nos primeiros dias.
Recepção do público é mais forte que a da crítica
Apesar das avaliações mais baixas por parte da crítica especializada, o público reagiu de forma positiva.
Plataformas de avaliação indicam alta aprovação da audiência, além de bons índices de recomendação após as sessões.
Dirigido por Antoine Fuqua, o filme acompanha a trajetória de Michael Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fim dos anos 1980, durante o período de Bad.
A escolha de encerrar a narrativa nesse ponto deixa de fora fases posteriores da carreira, o que já levanta discussões sobre uma possível continuação.
Com orçamento estimado em cerca de US$ 200 milhões, o longa também se destaca como uma das cinebiografias mais ambiciosas já produzidas.
A produção envolve estúdios como Lionsgate e teve lançamento amplo no circuito global.
Com a estreia forte, a projeção do mercado é que o filme mantenha bom ritmo nas bilheterias.
A expectativa inicial aponta para uma arrecadação que pode ultrapassar US$ 700 milhões ao longo da exibição nos cinemas.

