O burnout não é exclusividade do mundo corporativo. Entre universitários, a síndrome vem crescendo a níveis preocupantes. Por isso, cuidar da saúde mental durante a faculdade deixou de ser apenas uma recomendação para se tornar uma necessidade.
A pressão por notas, estágios, pesquisas e a construção de um currículo “perfeito” pode gerar um ciclo constante de ansiedade e exaustão. E , quando não gerenciado, esse acúmulo de tensões pode evoluir para burnout, um estado que dificulta a concentração, reduz a motivação e impacta seriamente o rendimento acadêmico e a qualidade de vida.
Além disso, reconhecer os sinais precocemente permite buscar ajuda antes que o quadro se agrave. E estratégias de autocuidado, apoio psicológico e rotinas que contemplem descanso e lazer são essenciais para manter o equilíbrio em meio às exigências universitárias.
Instituições de ensino também têm papel fundamental ao promover ambientes mais saudáveis, com suporte psicossocial acessível e políticas que priorizem bem-estar, ferramentas importantes para reduzir a incidência de burnout e fortalecer a resiliência emocional dos estudantes.
Quer descobrir dicas práticas para identificar os primeiros sinais de burnout e construir uma rotina universitária mais leve e sustentável? Assista ao novo episódio do Entrelinhas!

