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Caso D4vd: novas revelações apontam que cantor possuía material pornográfico infantil

Cantor é acusado de assassinar a jovem Celeste Rivas Hernandez

24/04/2026 - 14h26min

Reprodução
D4vd enfrenta novas acusações por cnteúdos pornográfico encontrado em sua conta do iCloud.

O caso envolvendo D4vd ganhou novos desdobramentos nesta semana. Durante audiência em tribunal de Los Angeles, a promotoria afirmou que a conta de iCloud do artista contém “uma quantidade significativa de pornografia infantil”, evidência obtida durante as investigações.

Nascido como David Anthony Burke, o cantor permaneceu impassível diante das acusações enquanto sua equipe jurídica segue pressionando por uma audiência preliminar imediata.

Acusações incluem homicídio qualificado

Burke responde a uma acusação de homicídio qualificado com circunstâncias especiais, incluindo emboscada e possível motivação financeira. O caso também envolve denúncias separadas relacionadas a atos sexuais com menor e mutilação de restos humanos.

Durante a leitura formal das acusações, o artista se declarou inocente. A defesa sustenta que ele não tem envolvimento nos crimes.

Quando será a audiência

A Justiça já definiu os próximos passos do processo. Uma audiência de acompanhamento está marcada para o dia 29 de abril, quando será discutida a disponibilização de provas.

Já o início da audiência preliminar, etapa que funciona como um “mini-julgamento” para avaliar as evidências, foi agendado para 1º de maio.

Relembre o caso de Celeste Rivas Hernandez

O caso central envolve a morte de Celeste Rivas Hernandez, adolescente de 14 anos encontrada morta em circunstâncias brutais.

Segundo a promotoria, a jovem foi vista pela última vez entrando na casa de Burke em Hollywood Hills, em abril de 2025. Meses depois, seu corpo foi localizado em estado avançado de decomposição, escondido em sacolas dentro do porta-malas dianteiro do Tesla do cantor.

Relatório do Instituto Médico-Legal do Condado de Los Angeles apontou que a causa da morte foi “múltiplas lesões perfurantes”, com ferimentos no abdômen e tórax. A morte foi oficialmente classificada como homicídio.

Exames toxicológicos indicaram a presença de substâncias como benzodiazepínicos, metanfetamina e MDMA, embora os resultados ainda dependam de confirmação adicional.

A defesa de Burke reiterou, em nota, que o artista “não matou Celeste Rivas Hernandez e não foi a causa de sua morte”. O caso segue em andamento e deve ganhar novos capítulos com o avanço das audiências.



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