Mais uma reviravolta no caso de Sean "Diddy" Combs. A Justiça dos Estados Unidos alterou oficialmente a data de libertação do artista, reduzindo o tempo previsto para o cumprimento da pena.
Condenado a quatro anos e dois meses de prisão por transporte interestadual para fins de prostituição, crime previsto na legislação federal norte-americana, Diddy agora deve deixar a unidade prisional em 25 de abril de 2028.
Antes disso, o cronograma já tinha passado por ajustes. A libertação chegou a ser marcada para 8 de maio de 2028, depois foi transferida para 4 de junho do mesmo ano. Agora, a nova atualização antecipa a saída em pouco mais de um mês.
Onde Diddy está preso?
O rapper cumpre pena no Instituto Correcional Federal de Fort Dix, em Nova Jersey, uma unidade de segurança mínima que abriga detentos condenados por crimes federais.
A mudança na data foi registrada no sistema do Departamento Federal de Prisões dos EUA, responsável pela administração das penitenciárias federais.
O que levou à condenação?
Diddy foi considerado culpado por promover viagens interestaduais com finalidade de prostituição. Ele, no entanto, foi absolvido das acusações mais graves, como tráfico sexual e conspiração para formação de quadrilha, crimes que poderiam resultar em prisão perpétua.
Durante a leitura da sentença, o juiz federal Arun Subramanian afirmou ter considerado a trajetória do artista como empresário e figura influente na indústria musical, mas destacou a gravidade dos abusos cometidos.
Recursos e novos desdobramentos
A defesa apresentou recurso contra a condenação, buscando anulação ou redução da pena. Promotores federais já se manifestaram contra os pedidos. Enquanto o processo segue em tramitação, a nova data de soltura passa a ser a referência oficial.
Preso desde setembro de 2024, o caso continua sendo acompanhado de perto pela imprensa internacional e pelo público, especialmente por envolver um dos nomes mais conhecidos do hip-hop global.
Agora, o cenário indica que Sean “Diddy” Combs poderá deixar a prisão federal na primavera de 2028 nos Estados Unidos, caso não haja novas mudanças judiciais até lá.

