Galo chamado Kannemann foi parar na Justiça por cantar demais e terminou em "regime semiaberto" | Atlântida
logo atlântida

AO VIVO

Humor

TRETA RURAL

Galo chamado Kannemann foi parar na Justiça por cantar demais e terminou em "regime semiaberto"

Vizinhos disputam na Justiça por causa de galo que cantava de madrugada

03/06/2026 - 18h30min

Atualizada em: 03/06/2026 - 18h31min

Reprodução/Arquivo pessoal
O galo Kannemann virou protagonista de uma disputa judicial após ser acusado de cantar durante as madrugadas.

Em um país onde já houve processo por vaga de estacionamento, árvore na divisa do terreno e até cheiro de churrasco, agora chegou a vez de um galo virar protagonista de uma disputa judicial.

O motivo? Cantar demais.

O caso aconteceu em São Marcos, na Serra Gaúcha, e envolveu o galo Kannemann, uma moradora incomodada com o barulho e uma audiência de conciliação que terminou com um acordo digno de comédia.

Segundo a reclamação registrada pela vizinha, o animal cantava sem cerimônia durante o dia, à noite e também na madrugada.

A situação teria chegado a comprometer o sono da família, que tentou resolver o problema por meio de conversas informais antes de buscar ajuda de órgãos públicos e, posteriormente, da Justiça.

Sem consenso entre os vizinhos, o caso avançou até chegar ao Ministério Público.

Kannemann, o astro da confusão

O personagem principal dessa história atende pelo nome de Kannemann, uma homenagem ao zagueiro do Grêmio.

De acordo com o tutor, o galo não é apenas um animal de criação, mas um verdadeiro integrante da família. Ele foi recebido ainda filhote como presente de um parente e acabou se tornando um animal de estimação.

O problema é que sua paixão por cantar não agradava a todos os moradores da vizinhança.

A sentença mais curiosa do ano

Durante a audiência de conciliação realizada em maio, as partes chegaram a um acordo.

A partir de agora, Kannemann pode circular normalmente pelo pátio durante o dia. Já no período noturno, deverá ficar recolhido em um espaço fechado dentro da residência para reduzir o impacto sonoro.

Nas palavras do próprio dono, o galo passou a cumprir um "regime semiaberto".

Paz selada entre os vizinhos

Com o acordo firmado, a moradora decidiu retirar a queixa e o processo foi encerrado.

O episódio termina sem vencedores ou derrotados, mas com um desfecho que dificilmente será esquecido pelos envolvidos — e que provavelmente garantiu ao galo Kannemann um lugar de destaque entre as histórias mais curiosas do Judiciário brasileiro.

Veja a matéria da RBSTV



MAIS SOBRE