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Heated Rivalry: entre hóquei e sensualidade, o fenômeno não para de crescer; saiba tudo sobre

A série, baseada nos livros de Rachel Reid, alcançou 10,6 milhões de espectadores por episódio e já tem segunda temporada confirmada

18/02/2026 - 11h42min

Atualizada em: 18/02/2026 - 11h45min

O que era para ser só mais uma adaptação literária virou um dos maiores cases recentes do streaming. Heated Rivalry ou Rivalidade Ardente, como foi batizada no Brasil, não só dominou as redes sociais como também seguiu crescendo mesmo depois do fim da primeira temporada. E não estamos falando de um crescimento tímido.

De acordo com a Warner Bros. Discovery, a produção alcançou média de 10,6 milhões de espectadores por episódio nos Estados Unidos. O final da temporada, lançado em 26 de dezembro, teve um aumento de mais de 300% na audiência em comparação com a semana de estreia, em novembro. Desde então, o público total mais que dobrou.

A série se tornou o título de ficção adquirido de outra plataforma mais assistido da história da HBO Max. Nada mal para uma obra que nasceu no serviço canadense Crave e era vista inicialmente como uma produção de nicho.

Quando estreiam os últimos episódios no Brasil?

A estreia por aqui foi dividida em duas partes, estratégia que ajudou a manter o assunto em alta:

  • 13 de fevereiro: lançamento dos três primeiros episódios;
  • 20 de fevereiro, às 5h (horário de Brasília): chegada dos três capítulos finais.

Sim, teve gente acordando de madrugada para assistir antes dos spoilers. E teve muita timeline dominada por gifs, edits e teorias.

Qual é a história de Heated Rivalry?

No centro da trama estão Shane Hollander (Hudson Williams) e Ilya Rozanov (Connor Storrie), dois jogadores profissionais de hóquei que constroem carreiras brilhantes enquanto escondem um relacionamento que poderia colocar tudo em risco.

Reprodução

Eles são rivais declarados no gelo. Shane é canadense e Ilya é russo, ambos lidam com diferentes pressões de seus países e famílias. Capitães de times opostos. Símbolos de uma liga que exige dureza, masculinidade e zero vulnerabilidade. Fora do rinque a história é outra.

O que começa como encontros secretos e tensão física evolui para uma relação que atravessa anos, temporadas e fases da vida. Entre jogos decisivos e contratos milionários, os dois precisam lidar com o medo de exposição e a pressão da mídia, expectativas familiares, inseguranças pessoais e o peso de viver um amor escondido

Tudo isso ganha ainda mais força quando lembramos que a principal liga da modalidade, a National Hockey League, nunca teve um jogador ativo abertamente gay.

A origem literária

Muito antes de chegar às telas, Heated Rivalry já era sucesso entre leitores.

A série é baseada no universo Game Changers, da autora canadense Rachel Reid. A adaptação bebe principalmente de dois livros:

  • Heated Rivalry (2019)
  • The Long Game (2022)

Nos livros, o relacionamento de Shane e Ilya se desenvolve ao longo de quase uma década. A série mantém essa essência: não é uma paixão instantânea descartável, é uma construção lenta, cheia de idas e vindas. E isso explica por que a base de fãs já era tão fiel antes mesmo da estreia.

Reprodução
Série de livros Game Changers

O elenco 

Muito do sucesso passa também pela química entre os protagonistas.

Connor Storrie e Hudson Williams, ambos com 25 anos, viraram nomes constantes nas redes sociais desde que as primeiras imagens promocionais começaram a circular. A conexão entre os dois personagens é construída tanto nos diálogos quanto nos silêncios e isso ajudou a série a ultrapassar o público nichado.

A produção é assinada por Jacob Tierney, conhecido por trabalhos como Letterkenny e Shoresy. Ele trouxe para Heated Rivalry um olhar mais íntimo e pessoal, focado na vulnerabilidade masculina, algo ainda raro em dramas esportivos.

Por que Heated Rivalry virou febre?

Não foi só pelas cenas quentes (embora elas tenham ajudado a viralizar). O sucesso veio de um conjunto de fatores:

Primeiro, a mistura de esporte competitivo com romance proibido cria tensão constante. Não existe zona de conforto na narrativa.

Segundo, a série aposta mais no desenvolvimento emocional do que no choque fácil. O “slow burn” funciona porque o público sente que está acompanhando anos da vida dos personagens.

Terceiro, a representatividade LGBTQ+ em um ambiente como o hóquei profissional gerou debate e identificação.

E por fim, a internet fez o resto: edits, fanfics, discussões e uma comunidade extremamente ativa que transformou cada episódio em evento.

Heated Rivalry vai ter segunda temporada?

Sim! E já está confirmada. A renovação veio depois do desempenho acima das expectativas. A tendência agora é que a história avance para um território ainda mais intenso.

Se seguir a linha dos livros, a próxima temporada deve explorar o impacto público do relacionamento dos atletas e as consequências profissionais dessa relação. Shane e Ilya terão a possibilidade (ou não) de viver o amor sem segredo e apresentar o amadurecimento emocional após essa exposição. 

Assista ao trailer de Heated Rivalry



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