Há pouco tempo atrás a inteligência artificial era tratada como um assunto para o futuro. Porém, o cenário mudou e vai continuar mudando nos próximos meses. E por conta disso, o mercado de trabalho também será afetado.
Segundo o Fórum Econômico Mundial, 92 milhões de empregos deixarão de existir até 2030, porém, em compensação, 78 milhões devem ser criados.
Mas me diga: você realmente sabe o que vai mudar? Fique com a gente até o final desta publicação para que você fique muito bem informado!

Tarefas repetitivas
Entre os cargos mais ameaçados, estão os que envolvem tarefas repetitivas ou facilmente substituíveis por tecnologia. Atendentes em geral, caixas, digitadores de dados, assistentes administrativos e bilheteiros estão entre os principais exemplos. O uso crescente de aplicativos, sistemas de autoatendimento e softwares automatizados reduziu drasticamente a demanda por essas funções.
No setor gráfico, por exemplo, o impacto foi acentuado pela digitalização da comunicação e pela popularização de plataformas como Canva e geradores de imagens por IA.
Cenário do Brasil
A situação se repete no contexto brasileiro. Segundo levantamento da Gazeta do Povo, o país enfrenta uma combinação delicada: baixa qualificação técnica e elevado índice de informalidade. Conforme apontado por estudos, 63% dos empregadores nacionais relatam dificuldades para preencher vagas por falta de competências adequadas. A ausência de mão de obra qualificada amplia o risco de desemprego estrutural mesmo em áreas que ainda crescem.
Impacto em cada geração
Especialistas ressaltam que a transição não será uniforme entre todas as faixas etárias. Jovens da Geração Z, por exemplo, lidam com exigências mais amplas desde o início da carreira, sendo cobrados por experiência prática mesmo em seus primeiros empregos. Já profissionais da faixa dos 30 aos 50 anos devem passar por requalificação contínua, enquanto os mais experientes encontram novas oportunidades em funções de mentoria e consultoria.
