
A lógica tradicional do mercado, focada em salário, cargo e status, já não é suficiente para atrair jovens profissionais. Cada vez mais, propósito, impacto social e alinhamento de valores passaram a ocupar um papel central na escolha de onde trabalhar. Para essa geração, o trabalho precisa ir além da remuneração: ele deve fazer sentido.
Atualmente, os jovens buscam ambientes de trabalho que ofereçam aprendizado contínuo, escuta ativa e possibilidades reais de crescimento. Flexibilidade, qualidade de vida, diversidade e inclusão também entram na equação, assim como lideranças mais humanas e transparentes.
Para essa geração, sentir-se parte de uma cultura organizacional coerente, que valorize o bem-estar e permita equilibrar vida pessoal e profissional, é tão importante quanto o retorno financeiro. E pode ser, muitas vezes, fator decisivo para permanecer ou não em uma empresa.
O que é ESG e por que ele importa para a juventude
ESG é a sigla para Environmental, Social and Governance e reúne os compromissos das empresas com a preservação do meio ambiente, relações de trabalho justas e uma gestão ética e transparente. Para os jovens, esses pilares deixaram de ser apenas um discurso institucional e passaram a orientar decisões concretas de carreira.
Antes de aceitar uma proposta, ou mesmo decidir se permanecem na empresa atual, eles analisam práticas ambientais reais, políticas de diversidade e inclusão, respeito aos direitos dos colaboradores, equilíbrio entre vida pessoal e profissional, além da coerência entre o que a organização comunica e o que efetivamente pratica no dia a dia. Esse olhar crítico faz com que o ESG seja visto como um requisito essencial para uma carreira ética, relevante e alinhada às expectativas de um futuro mais sustentável.
O que os jovens buscam para o futuro profissional
Antes de tomar decisões importantes sobre o futuro profissional, vale observar com atenção os critérios que estão guiando as escolhas da nova geração. Entender o que os jovens esperam de uma empresa e de uma carreira ajuda a contextualizar as mudanças do mercado de trabalho e a identificar quais caminhos fazem mais sentido no longo prazo.
A seguir, estão os principais pontos que influenciam essas decisões hoje:
Trabalho com significado
A necessidade de sentir que a atuação profissional contribui para um bem maior, seja por meio de impacto social, sustentabilidade, diversidade ou inclusão.
Propósito claro e autêntico
Empresas que comunicam seus valores de forma transparente e os colocam em prática no dia a dia, evitando discursos vazios.
Coerência entre discurso e prática
Alinhamento real entre o que a empresa promete e o que entrega internamente, fator decisivo para gerar confiança e identificação.
Visão de longo prazo
Organizações comprometidas com o ESG são vistas como mais resilientes, responsáveis e preparadas para enfrentar desafios econômicos, sociais e ambientais.
Segurança e pertencimento
Trabalhar em ambientes que oferecem estabilidade, acolhimento e senso de comunidade fortalece o engajamento e a motivação.
Oportunidades de aprendizado contínuo
Formações, programas de estágio, aprendizagem e projetos que conectam teoria e prática, preparando para os desafios do mercado.
Responsabilidade social e ambiental
Participação ativa em iniciativas que gerem impacto positivo dentro e fora da empresa.
No cenário atual, escolher onde trabalhar se tornou também um posicionamento pessoal. Para a juventude, propósito e ESG não são modismos, mas critérios fundamentais para construir carreiras mais coerentes, engajadas e conectadas com os desafios do presente e do futuro.
Oferecimento: UniRitter. Você transforma, o mundo muda. Inscreva-se no site.

