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Depois de Shakira, Lady Gaga e Madonna, quem será a próxima atração do Todo Mundo no Rio 2027? Vote na enquete

Com edições confirmadas até 2028, evento em Copacabana se consolida como um dos maiores palcos da música mundial

05/05/2026 - 14h40min

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Depois de Shakira, Lady Gaga e Madonna, quem será a próxima atração do Todo Mundo no Rio 2027?

O Todo Mundo no Rio já se firmou como um dos eventos mais relevantes do calendário musical global e está confirmado até 2028. Em Copacabana, a sequência de apresentações recentes reforça esse peso: Madonna encerrou a “The Celebration Tour” em 2024 diante de uma multidão histórica, Lady Gaga levou ao palco o álbum Mayhem em 2025 e, mais recentemente, Shakira protagonizou o maior show de sua carreira.

Agora, a pergunta que domina as redes e mobiliza os fãs é direta: quem será o próximo nome a assumir esse palco em 2027? 

Com o histórico recente elevando o nível de expectativa, a escolha da próxima atração se tornou uma decisão estratégica (e altamente simbólica) para o futuro do evento.

Rihanna

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Rihanna no Met Gala 2026.

Rihanna aparece como uma das apostas mais fortes do desejo do público, especialmente pelo histórico com o Brasil e declarações recentes indicando vontade de voltar. Sua conexão emocional com os fãs brasileiros é um ativo relevante para um evento de escala massiva.

No entanto, o hiato prolongado na música, somado ao foco atual em negócios como a Fenty Beauty, cria incertezas. A ausência de turnê desde Anti (2016) e a priorização da vida pessoal sugerem que um retorno aos palcos dependeria de um movimento estratégico maior, como um novo álbum ou ciclo promocional.

Beyoncé

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Beyoncé é cotada para cantar no Todo Mundo no Rio.

Beyoncé reúne praticamente todos os elementos favoráveis: alta demanda reprimida no Brasil, especulação em torno do terceiro ato de sua trilogia e padrão consistente de turnês globais após lançamentos. A possibilidade do lançamento do ACT III, com influência no rock, aumenta ainda mais a aderência ao perfil de um megashow em Copacabana.

O entrave é o timing: sem confirmação oficial de álbum ou tour, qualquer previsão depende de alinhamento fino entre agenda, estratégia global e janela do evento.

Justin Bieber

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Justin Bieber no Coachella 2026.

Justin Bieber volta ao radar após um período de pausa, impulsionado pela apresentação no Coachella e novos lançamentos que indicam retomada de atividade. Sua base de fãs massiva e altamente engajada é um diferencial importante para eventos gratuitos de grande escala.

Em contrapartida, a atual inclinação artística mais experimental pode gerar desalinhamento com o formato esperado de um show popular em Copacabana, que tende a privilegiar repertórios mais diretos e reconhecíveis.

BTS

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BTS é cotado para se apresentar em Copacabana.

O BTS combina dois fatores estratégicos: retorno pós-hiato e uma turnê já em expansão global, o que facilita encaixes logísticos. A força da fanbase, altamente engajada, garante impacto imediato em termos de audiência e repercussão digital.

Ainda assim, o k-pop, apesar do crescimento expressivo, pode enfrentar resistência em públicos mais amplos, o que levanta dúvidas sobre sua aderência total ao perfil do evento.

Paul McCartney

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Paul McCartney é um dos artistas cotados para se apresentar no Todo Mundo no Rio.

Paul McCartney é uma escolha tecnicamente segura. Seu histórico recente no Brasil mostra recorrência e forte adesão de público, além de uma agenda internacional que frequentemente inclui o país.

O anúncio do novo álbum, The Boys of Dungeon Lane, tende a impulsionar mais uma turnê global, o que reforça a viabilidade. O único ponto de atenção é o possível tom mais introspectivo do próximo projeto, que pode contrastar com a atmosfera festiva e expansiva de Copacabana.

U2

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U2 pode se apresentar em Capacabana.

O U2 se encaixa no perfil clássico de megashow, com repertório consolidado e experiência em produções de grande escala. Um novo álbum, previsto para o final de 2026, reforça a possibilidade de turnê e, consequentemente, de passagem pelo Brasil.

Por outro lado, o baixo engajamento recente nas redes e a ausência de mobilização espontânea dos fãs colocam a banda em desvantagem frente a nomes mais “quentes” no debate público.

The Rolling Stones

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Os Rolling Stones carregam um precedente poderoso: o histórico show em Copacabana em 2006 que já mobilizou milhões de pessoas. Existe, inclusive, movimentação de bastidores indicando planos para a América do Sul.

Contudo, questões de saúde, especialmente envolvendo Keith Richards, e a idade avançada dos integrantes representam um risco concreto para uma agenda exigente como a de uma turnê extensa.

Adele

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Adele poderia se apresentar em Copacabana em 2027.

Adele é um nome altamente competitivo em termos de demanda popular e já manifestou interesse em se apresentar no Brasil, o que adiciona peso à especulação. Além de um possível novo álbum que poderia servir como catalisador para uma turnê inédita no país.

Em contrapartida, a própria artista sinalizou exaustão com grandes ciclos de shows e indicou preferência por projetos mais controlados, o que reduz significativamente a probabilidade de participação em um evento desse porte.

Metallica

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O Metallica surge como uma opção sólida dentro do eixo rock, com forte histórico de público no Brasil e uma base de fãs extremamente fiel. A banda mantém atividade constante de turnês globais e domina a linguagem de grandes produções ao vivo, o que favorece sua adaptação a um evento em Copacabana.

A única limitação está no recorte de público: apesar do alcance geracional, o heavy metal ainda é mais segmentado do que o pop, o que pode impactar o apelo massivo.

Taylor Swift

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Taylor Swift é cotada para se apresentar no Todo Mundo no Rio 2027.

Taylor Swift é, do ponto de vista de mercado, uma das escolhas mais estratégicas possíveis. Sua última passagem pelo Brasil com a The Eras Tour, em 2023, evidenciou uma demanda extraordinária, com engajamento recorde e forte presença intergeracional.

Além disso, sua capacidade de transformar turnês em eventos culturais amplia o potencial de impacto global. O principal obstáculo é a complexidade logística: suas produções são altamente estruturadas, o que pode dificultar a adaptação para um show gratuito em larga escala.

Coldplay

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Coldplay combina apelo popular amplo, repertório acessível e experiência recente em turnês massivas no Brasil, com múltiplas datas esgotadas. A banda também tem forte alinhamento com propostas visuais e ambientais que dialogam bem com eventos ao ar livre.

Por outro lado, a frequência recente de apresentações no país pode reduzir o fator novidade, um elemento importante para a escolha de headliners em um projeto como o Todo Mundo no Rio.

Quem você gostaria de ver no Todo Mundo no Rio?

Enquanto não há confirmação oficial, as especulações seguem a todo vapor e ajudam a medir o termômetro do público.



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