Red Hot Chili Peppers vendem catálogo por mais de R$ 1,4 bilhão e mostram como hits viraram ativo milionário
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Red Hot Chili Peppers vendem catálogo por mais de R$ 1,4 bilhão e mostram como hits viraram ativo milionário

Banda negociou os direitos das gravações com a Warner e reforça tendência global de artistas transformando suas músicas em grandes negócios

11/05/2026 - 14h12min

O Red Hot Chili Peppers voltou aos holofotes, mas dessa vez não por um novo álbum ou turnê. A banda fechou um acordo bilionário e vendeu seu catálogo de gravações por mais de US$ 300 milhões (cerca de R$ 1,4 bilhão), em uma das maiores negociações recentes da indústria musical.

O negócio envolve os chamados masters. Ou seja, os direitos sobre as gravações originais das músicas.

Kreepin Deth/Reprodução
Red Hot Chili Peppers tocando em Londres, em 26 de junho de 2022

Um catálogo que ainda gera milhões

Não é exagero: o repertório do Red Hot Chili Peppers segue extremamente lucrativo. Estima-se que o catálogo gere cerca de US$ 26 milhões por ano, impulsionado por clássicos que continuam bombando nas plataformas.

E não é pouca coisa: o pacote inclui 13 álbuns de estúdio, com hits que atravessaram décadas e continuam relevantes, de “Californication” a “Under the Bridge”.

Não foi a primeira venda da banda

Esse movimento não aconteceu do nada. Anos antes, o grupo já havia vendido os direitos de publicação (composição) por cerca de US$ 140 milhões, em outro acordo milionário.

Agora, com a venda das gravações, a banda praticamente monetiza todo o seu catálogo, tanto a criação quanto a execução das músicas.

Na prática, a venda não muda nada para os fãs. As músicas continuam disponíveis normalmente nas plataformas.

A diferença acontece nos bastidores: decisões sobre uso das faixas, como o uso de trilhas em filmes ou campanhas, que passam a ser controladas pela gravadora.


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