
A polêmica envolvendo Chappell Roan durante sua passagem pelo Brasil ganhou um novo desdobramento. Depois que a história sobre a abordagem de uma fã mirim em um hotel de São Paulo viralizou nas redes sociais, a imprensa internacional afirmou ter identificado quem seria o segurança responsável pelo episódio.
Segundo o tabloide britânico Daily Mail, o homem é Pascal Duvier, um conhecido guarda-costas da indústria do entretenimento que já trabalhou para celebridades como Kim Kardashian e Kanye West. A revelação trouxe ainda mais atenção ao caso, que começou após a família da menina afirmar que ela teria sido intimidada durante um encontro inesperado com a cantora.
O que aconteceu no hotel em São Paulo
A situação teria ocorrido durante o café da manhã no Palácio Tangará, hotel cinco estrelas na capital paulista, pouco antes de um show de Chappell Roan Lollapalooza Brasil.
De acordo com o relato de Jorginho, jogador do Flamengo e padrasto de Ada, de 11 anos (que é filha do ator Jude Law!!!), apenas passou pela mesa da cantora para confirmar se era realmente ela. Depois disso, teria voltado tranquilamente para seu lugar.
Pouco depois, um segurança teria abordado Ada e sua mãe, Catherine Harding, de maneira considerada agressiva. Segundo Harding, o homem repreendeu a menina, a chamou de “mal-educada” e chegou a ameaçar registrar uma reclamação no hotel.
A situação teria deixado Ada profundamente abalada e em lágrimas.
Segurança é identificado pela imprensa internacional
Com a repercussão global do caso, o Daily Mail afirmou ter identificado o homem responsável pela abordagem.
Segundo o veículo, trata-se de Pascal Duvier, de 53 anos, guarda-costas alemão conhecido no meio das celebridades. Ele ficou famoso por ter trabalhado por anos como segurança pessoal de Kim Kardashian e Kanye West.

Duvier também esteve envolvido indiretamente em um dos episódios mais marcantes da vida da empresária: o assalto milionário sofrido por Kim em Paris, em 2016, quando cerca de US$ 10 milhões em joias foram roubados.
Na época, o segurança estava em uma boate com as irmãs da socialite, Kourtney Kardashian e Kendall Jenner, enquanto Kim estava em seu apartamento. Após o episódio, ela rompeu relações profissionais com ele, e a seguradora entrou com um processo judicial contra o guarda-costas, encerrado com um acordo em 2020.
Chappell Roan nega envolvimento
Após a história ganhar grande repercussão online, Chappell Roan se pronunciou publicamente nas redes sociais.
A cantora afirmou que não viu Ada nem sua família no hotel e que jamais pediu para que alguém abordasse fãs de forma agressiva. Ela também declarou ter “tolerância zero para comportamentos agressivos contra fãs”.
De acordo com a equipe da artista, o homem envolvido no episódio não faria parte da segurança pessoal da cantora, tentativa de afastar qualquer ligação direta com a situação.
Família da menina contesta versão
A mãe de Ada, Catherine Harding, no entanto, questionou alguns pontos da versão apresentada pela artista.
Ela afirmou que o segurança que abordou sua família não parecia ser funcionário do hotel, sugerindo que ele estaria ligado ao entorno da cantora ou à equipe presente no local.
Harding também destacou que, mesmo que a abordagem não tenha sido ordenada por Chappell Roan, celebridades costumam ser responsabilizadas pelas atitudes de pessoas que trabalham ao seu redor.
Caso chega até a política brasileira
A repercussão do episódio ultrapassou o universo do entretenimento e chegou até a política.
Nas redes sociais, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, afirmou que Chappell Roan estaria proibida de se apresentar no evento Todo Mundo No Rio enquanto ele estiver no cargo. Na publicação, ele também convidou Ada para assistir ao evento em maio como convidada.
Com a identificação do segurança e versões divergentes sobre o que aconteceu no hotel, a polêmica envolvendo Chappell Roan continua ganhando novos capítulos. Enquanto a cantora nega qualquer participação na abordagem, a família da menina mantém sua versão do ocorrido.

