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Bad Bunny em São Paulo: horários, setlist e tudo sobre os shows no Allianz Parque

Shows acontecem dias 20 e 21 de fevereiro, com abertura dos portões às 16h e início previsto para 20h30

20/02/2026 - 11h18min

Atualizada em: 20/02/2026 - 11h31min

A estreia de Bad Bunny no Brasil finalmente acontece hoje (20) e em clima de consagração mundial. O astro porto-riquenho apresenta a turnê DeBÍ TiRAR MáS FOToS World Tour nos dias 20 e 21 de fevereiro, no Allianz Parque, marcando o primeiro encontro oficial entre Benito e o público brasileiro com a estrutura completa de sua turnê mais ambiciosa.

O momento não poderia ser mais simbólico: semanas após vencer o Grammy de Álbum do Ano e protagonizar o show do intervalo do Super Bowl LIX, o artista desembarca em São Paulo consolidado como o maior nome da música latina contemporânea.

Horário dos shows de Bad Bunny em SP

Se você vai ao Allianz Parque, atenção aos horários atualizados:

  • Abertura dos portões: 16h
  • Início previsto do show: 20h30
  • Duração média: entre 2h30 e 3h
  • Encerramento estimado: 23h/23h30

A antecipação do horário atende às normas municipais de ruído e facilita o retorno do público por transporte público.

Classificação etária:

  • 16 anos desacompanhados
  • De 5 a 15 anos apenas com pais ou responsáveis legais

A estação mais próxima é Palmeiras–Barra Funda (Linhas 3-Vermelha, 7-Rubi e 8-Diamante), a cerca de 800 metros do estádio.

O momento histórico de Bad Bunny

Em fevereiro de 2026, Bad Bunny tornou-se o primeiro artista latino a vencer o Grammy de Álbum do Ano, quebrando uma barreira histórica para produções majoritariamente em espanhol.

Poucos dias depois, sua performance no intervalo do Super Bowl LIX alcançou mais de 128 milhões de espectadores nos Estados Unidos, um espetáculo que misturou celebração cultural, crítica política e potência pop.

O impacto foi imediato: crescimento explosivo no streaming global e aumento expressivo do consumo no Brasil. Aos 31 anos, Benito ultrapassou 110 milhões de ouvintes mensais no Spotify, reafirmando seu domínio nas plataformas.

O que esperar da DeBÍ TiRAR MáS FOToS Tour

O álbum Debí Tirar Más Fotos (2025) é o trabalho mais pessoal e político da carreira do cantor. Em vez de apostar apenas no trap e no reggaeton comercial como vinha fazendo anteriormente, ele mergulha em gêneros tradicionais porto-riquenhos como salsa, plena e bomba.

O conceito da turnê acompanha essa narrativa: uma celebração afetiva de Porto Rico, mas também um alerta sobre gentrificação, apagões elétricos, colonialismo e perda de identidade cultural.

A estrutura do show

A apresentação é dividida em três atos e dois palcos:

1. Palco principal: abertura

Ato com atmosfera caribenha, arranjos ao vivo e estética cinematográfica.

2. “La Casita”: o coração da festa

O elemento mais comentado da turnê é “La Casita”, réplica de uma casa porto-riquenha montada no meio da arena, indo para o setor da pista. Com varanda, telhado de zinco e decoração tradicional, o espaço transforma o estádio em uma festa de rua intimista.
Benito atravessa uma passarela elevada e canta cercado pelo público, momento dedicado ao perreo e aos grandes hits.

3. Retorno ao palco principal 

Aqui entram as canções mais sentimentais e o encerramento catártico.

Possível setlist de Bad Bunny no Allianz Parque

A estrutura pode variar, mas o repertório base inclui:

Ato 1 – Palco Principal

  • “La Mudanza”
  • “Callaíta”
  • “Pitorro de Coco”
  • “Weltita”
  • “Turista”
  • “Baile Inolvidable”
  • “Nuevayol”

Ato 2 – La Casita

  • “Veldá”
  • “Tití Me Preguntó”
  • “Neverita”
  • “Si Veo a Tu Mamá”
  • “Voy a Llevarte Pa PR”
  • “Me Porto Bonito”
  • “No Me Conoce”
  • “Bichiyal”
  • “Yo Perreo Sola”
  • “Efecto”
  • “Safaera”
  • “Diles”
  • “Monaco”
  • (música surpresa exclusiva da noite)
  • “Café Con Ron”

Ato 3 – Palco Principal

  • “Ojitos Lindos”
  • “La Canción”
  • “Kloufrens”
  • “Loca”
  • “Con Otra”
  • “Dákiti”
  • “El Apagón”
  • “DTMF”
  • “EOO”

Após “Monaco”, costuma acontecer o momento surpresa: uma faixa exclusiva que não se repete nas demais cidades da turnê.

Experiência visual e impacto cultural

A produção é um espetáculo à parte. Telões gigantes exibem imagens reais de Porto Rico, praias, bairros, trabalhadores e cenas do cotidiano. Em “El Apagón”, por exemplo, o estádio mergulha no escuro antes de revelar projeções que remetem à crise energética da ilha.

Em “DTMF”, fotos enviadas por fãs aparecem nos painéis, transformando o estádio em um álbum coletivo ao vivo.

São duas noites que marcam não apenas a estreia de um artista, mas a consolidação da música latina como força dominante no mainstream mundial.



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