Alok levou o Planeta Atlântida 2026 a um novo patamar de experiência no último dia do festival. Em uma apresentação que combinou música eletrônica, tecnologia e emoção, o DJ mostrou por que é um dos nomes brasileiros mais respeitados da cena mundial, entregando um show que foi além da pista e dialogou diretamente com o público gaúcho.
Logo nos primeiros minutos, a Saba se transformou em uma grande pista de dança. Com uma sequência de drops precisos, beats envolventes e uma produção visual milimetricamente pensada, Alok conduziu os planetários por uma viagem sonora que transitou entre momentos de euforia e instantes mais contemplativos, marca registrada de suas apresentações recentes.
O ponto alto veio quando o céu do litoral norte virou parte ativa do espetáculo. Um balé de drones iluminou a noite, desenhando a bandeira do Rio Grande do Sul e frases que arrancaram gritos imediatos do público, como “Bah! Tchê”. A homenagem reforçou a conexão entre o artista e o festival em sua edição histórica de 30 anos.
A apresentação também abriu espaço para encontros musicais que ampliaram o alcance do set. Alok recebeu no palco o cantor Zeeba, parceiro de longa data, para um momento de coro coletivo que ecoou por toda a Saba.
Mesmo com uma estrutura grandiosa e um espetáculo visual impressionante, Alok manteve o foco na resposta do público. A cada drop, a pista reagia em uníssono; a cada pausa, braços erguidos e celulares no alto traduziam a dimensão do momento. Foi um show pensado para grandes festivais, mas executado com atenção ao detalhe e à emoção do público.
Ao se despedir, Alok deixou a sensação de que sua apresentação funcionou como um dos grandes pilares do último dia do Planeta Atlântida 2026. Sem ser o encerramento oficial, missão que ficou a cargo de Dennis DJ, o DJ entregou um dos momentos mais simbólicos da edição.
Confira como foi o espetáculo de Alok no Planeta Atlântida 2026:







