
O cantor Fiuk passou a responder a uma ação penal por perturbação do sossego. Ele é acusado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo de provocar incômodo aos moradores do condomínio onde vive, em Alphaville, Barueri, ao ligar e acelerar veículos esportivos durante a madrugada.
Segundo a denúncia, os episódios aconteciam na garagem do condomínio, em horários considerados de descanso, e teriam motivado reclamações de vizinhos.
No dia 30 de junho, Fiuk participou de uma audiência em que o Ministério Público apresentou uma proposta de transação penal. O acordo permitiria o encerramento do caso sem o prosseguimento da ação, mediante prestação de serviços à comunidade ou o pagamento de um valor equivalente a meio salário mínimo para um fundo ou entidade.
O cantor, no entanto, recusou a proposta.
Ao g1, o advogado Maicel Anesio Titto, responsável pela defesa de Fiuk, afirmou que o artista não aceitou o acordo por entender que não cometeu a infração.
"Ele se recusou a aceitar o acordo que a Justiça propôs, porque ele entende que é inocente e nós vamos provar isso. Então, ele vai aguardar o julgamento", declarou o advogado.
Com a recusa do acordo, o processo seguirá tramitando na Justiça, que irá analisar as provas apresentadas pelas partes antes de decidir sobre o caso.

