
A capital da Dinamarca segue sendo a melhor cidade do mundo para viver. Pelo segundo ano consecutivo, Copenhague lidera o ranking anual de qualidade de vida elaborado pela The Economist, que avaliou 173 cidades em diferentes continentes.
O estudo leva em consideração cinco critérios principais: saúde, cultura e meio ambiente, educação, infraestrutura e estabilidade. O levantamento é amplamente utilizado por empresas para definir pacotes de benefícios destinados a profissionais expatriados e também serve como indicador dos impactos de mudanças econômicas, políticas e sociais ao redor do mundo.
Entre as dez primeiras colocadas, predominam cidades da Europa e da Oceania. A exceção na América do Norte é Vancouver, no Canadá. Já Tóquio aparece como a única megacidade presente no Top 10.
O Rio de Janeiro foi a cidade brasileira mais bem posicionada no levantamento, ocupando a 108ª colocação.
As 10 melhores cidades para viver
- Copenhague (Dinamarca)
- Viena (Áustria)
- Melbourne (Austrália)
- Sydney (Austrália)
- Zurique (Suíça)
- Genebra (Suíça)
- Osaka (Japão)
- Adelaide (Austrália)
- Vancouver (Canadá)
- Tóquio (Japão)
As 10 piores cidades para viver
- Damasco (Síria)
- Trípoli (Líbia)
- Daca (Bangladesh)
- Karachi (Paquistão)
- Argel (Argélia)
- Lagos (Nigéria)
- Porto Moresby (Papua-Nova Guiné)
- Kiev (Ucrânia)
- Harare (Zimbábue)
- Teerã (Irã)
Os últimos lugares do ranking são ocupados, em sua maioria, por cidades que enfrentam conflitos armados, instabilidade política, crises econômicas ou dificuldades de acesso a serviços básicos, fatores que impactam diretamente a qualidade de vida da população.
O levantamento reforça como aspectos como segurança, infraestrutura eficiente, acesso à saúde e educação de qualidade continuam sendo determinantes para que uma cidade ofereça melhores condições de vida aos seus moradores.

