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Brasileiros passam mais de 52 anos da vida conectados à internet, aponta pesquisa

Levantamento da NordVPN mostra que o Brasil lidera o ranking mundial de tempo de vida online, à frente de países como México, Estados Unidos e Japão.

07/07/2026 - 15h22min

Reprodução/Pexels
Pesquisa indica que brasileiros passam mais de dois terços da vida usando a internet.

Os brasileiros estão cada vez mais conectados. Um levantamento da NordVPN revelou que um usuário no Brasil passa, em média, 52 anos, 9 meses e 16 dias da vida navegando na internet, o maior tempo registrado entre os 20 países analisados.

Considerando a expectativa de vida de 76 anos no país, isso significa que mais de 68% da vida é passada em atividades online, seja navegando nas redes sociais, assistindo a vídeos, trabalhando, estudando ou utilizando aplicativos.

O estudo foi divulgado em abril deste ano e ouviu mais de 20 mil pessoas em diferentes partes do mundo.

Países onde as pessoas passam mais tempo online

Confira o ranking divulgado pela pesquisa:

  1. Brasil: 52 anos
  2. México: 43 anos
  3. Lituânia: 31 anos
  4. Austrália: 30 anos
  5. Suécia: 30 anos
  6. Coreia do Sul: 29 anos
  7. Espanha: 29 anos
  8. Reino Unido: 27 anos
  9. Finlândia: 27 anos
  10. Irlanda: 27 anos
  11. Polônia: 26 anos
  12. Itália: 26 anos
  13. Holanda: 25 anos
  14. Canadá: 25 anos
  15. Estados Unidos: 25 anos
  16. Suíça: 25 anos
  17. Alemanha: 24 anos
  18. França: 23 anos
  19. Áustria: 23 anos
  20. Japão: 20 anos

O resultado chama a atenção pela diferença entre o Brasil e os demais países. Enquanto os brasileiros acumulam mais de meio século de vida conectados, os japoneses, que aparecem na última posição do ranking, passam cerca de 20 anos online ao longo da vida.

A pesquisa reforça como a internet se tornou parte da rotina dos brasileiros, acompanhando atividades de lazer, trabalho, estudos e comunicação. Ao mesmo tempo, especialistas alertam para a importância de equilibrar o tempo de tela com momentos de descanso e convivência presencial, já que o uso excessivo da tecnologia pode impactar a saúde física e mental.


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