Regra dos 37% indica hora certa para entrar em um namoro | Atlântida
logo atlântida

AO VIVO

Humor

AMOR E MATEMÁTICA

Regra dos 37% indica hora certa para entrar em um namoro

Teoria matemática sugere que rejeitar os primeiros pretendentes pode aumentar as chances de encontrar um parceiro ideal.

25/06/2026 - 15h20min

Reprodução/Pexels
Teoria matemática sugere que observar os primeiros 37% dos pretendentes pode ajudar na escolha de um parceiro ideal.

Uma teoria matemática conhecida como "regra dos 37%" voltou a ganhar destaque ao prometer ajudar pessoas a identificar o melhor momento para assumir um relacionamento sério. A proposta tem origem na chamada "teoria da parada ótima", utilizada para resolver problemas de tomada de decisão.

Segundo o modelo, uma pessoa deve utilizar os primeiros 37% das oportunidades amorosas apenas como referência para entender melhor o que procura em um parceiro. Após essa fase de observação, a recomendação é escolher a primeira pessoa que apareça e que seja considerada melhor do que todas as anteriores.

Na prática, se alguém acredita que conhecerá cerca de 50 potenciais parceiros ao longo de determinado período, os primeiros 19 serviriam apenas para criar parâmetros de comparação. A partir daí, a teoria sugere que a próxima pessoa que superar todas as anteriores seria a escolha estatisticamente mais vantajosa.

Os defensores da regra afirmam que continuar procurando indefinidamente reduz as chances de tomar uma decisão eficiente, já que a probabilidade de encontrar alguém significativamente melhor tende a diminuir com o tempo.

Apesar da curiosidade matemática, especialistas destacam que relacionamentos envolvem fatores emocionais difíceis de transformar em números. A principal crítica ao modelo é que ele pressupõe que as pessoas conhecem perfeitamente seus objetivos, preferências e expectativas amorosas.

Por isso, a chamada regra dos 37% costuma ser vista mais como uma ferramenta de reflexão do que como uma fórmula infalível para encontrar o amor. Para muitos, o conceito pode servir como um guia para evitar a indecisão excessiva, mas sem substituir a experiência, o autoconhecimento e a construção natural dos relacionamentos.


MAIS SOBRE