
Um levantamento baseado na American Community Survey analisou a relação entre ocupação profissional e estado civil nos Estados Unidos, revelando diferenças significativas nas taxas de divórcio entre diferentes áreas de trabalho.
O estudo considera o estado civil no momento da entrevista e também o histórico de casamentos, incluindo pessoas que já passaram por separações anteriores. Assim, o recorte estatístico permite identificar profissões com maior ou menor estabilidade conjugal.
Entre os resultados, os motoristas de ônibus aparecem no topo do ranking de separações, com cerca de 48% dos profissionais classificados como divorciados, separados ou em novo casamento. Bartenders e técnicos de enfermagem também apresentam índices elevados, seguidos por massagistas.
Segundo a análise, fatores como jornadas irregulares, turnos noturnos e alta carga de estresse podem influenciar a dinâmica dos relacionamentos, impactando a vida pessoal desses trabalhadores.
Na outra ponta do levantamento, áreas ligadas à tecnologia, matemática, engenharia e arquitetura apresentam os menores índices de divórcio. Profissões como atuários e cientistas físicos figuram entre as mais estáveis, com taxas significativamente mais baixas.
O estudo sugere que a rotina profissional pode ter influência direta na estabilidade dos relacionamentos, embora não seja o único fator determinante para o sucesso conjugal.

