Mulher é demitida por pedir para dormir mais
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Mulher é demitida por pedir para dormir mais

Jovem de 21 anos alegou discriminação após ser desligada de banco de Wall Street 

13/03/2026 - 17h17min

Mulher é demitida por pedir para dormir mais / Reprodução

Uma analista de 21 anos de um banco de investimentos de Wall Street levou o caso à Justiça após ser demitida por pedir uma rotina de trabalho que garantisse mais horas de descanso.

Segundo o relato, a jovem havia negociado com a empresa nove horas livres por dia para conseguir dormir cerca de oito horas. Em contrapartida, se comprometeu a trabalhar todos os dias, inclusive aos fins de semana. O pedido foi justificado como uma forma de controlar um transtorno de humor e ansiedade.

O banco aceitou o acordo inicialmente, mas semanas depois decidiu desligá-la. Diante da demissão, a analista entrou com uma ação em um tribunal federal de Nova York, alegando discriminação.

O caso chamou atenção por expor a cultura de trabalho em Wall Street, onde jornadas de 70, 80 ou até 90 horas semanais são frequentemente associadas à rotina do mercado financeiro.

O julgamento estava prestes a acontecer, mas pouco antes da data as duas partes fecharam um acordo financeiro, cujo valor não foi divulgado. Com isso, o processo foi encerrado sem decisão judicial e sem criar precedente legal.



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