
Se tem uma coisa que o gaúcho não negocia é a costela no espeto. Dados da Ceasa do Rio Grande do Sul mostram que, só em 2025, foram vendidas 1,31 mil toneladas do corte, de longe, o campeão absoluto de comercialização no Estado.
Com praticamente metade desse volume aparecem o salmão e a coxa de frango. Bem atrás, com cerca de um terço da quantidade, vem a paleta bovina.
O presidente do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados do RS, Ronei Lauxen, afirma que a procura pela costela já foi ainda maior. E, claro, o preço pesa, e muito, na escolha do consumidor. Segundo o IBGE, o valor da costela caiu mais de 4% nos últimos 12 meses na Região Metropolitana de Porto Alegre.
A maior queda, porém, foi registrada na paleta, queridinha da carne de panela. Já o contrafilé seguiu no sentido oposto e teve a maior alta, mesmo ganhando espaço no repertório dos churrascos.
Na grelha ou na panela, outros cortes como contrafilé, coxão de dentro, alcatra e picanha também seguem firmes no cardápio.
