Se tem uma sigla que deixou de ser tendência para virar realidade é IA. A Inteligência Artificial já está presente na saúde, na indústria, no marketing, na educação e na gestão estratégica. Automatiza tarefas, amplia a capacidade de análise e muda a forma como decisões são tomadas.
Porém, junto com a tecnologia, surge uma nova exigência: profissionais que saibam integrar conhecimento técnico, visão estratégica e responsabilidade social. E os números confirmam esse movimento.

IA é prioridade, pelo menos no discurso
De acordo com a pesquisa Panorama 2026, da Amcham Brasil, a Inteligência Artificial deixou de ser promessa e passou a ser prioridade estratégica para o futuro dos negócios no país. Hoje, 84% das empresas já utilizam IA.
Segundo o levantamento, 77% das empresas investem até 2% do orçamento na área e 61% ainda não percebem impacto relevante. Ou seja, a tecnologia está presente, mas muitas vezes restrita a aplicações pontuais, sem escala ou transformação estrutural. Existe um descompasso entre o discurso e a prática.
Não basta usar ferramentas, é preciso entender a base
Diante desse cenário, saber operar uma ferramenta já não é suficiente. Compreender os fundamentos da Inteligência Artificial, seus impactos sociais, éticos e econômicos, e acompanhar uma área que evolui em ritmo acelerado se tornou essencial.
Atenta a essa mudança, a Unilasalle-RS lançou um movimento ainda raro no cenário acadêmico brasileiro, posicionando a instituição entre as primeiras do país a oferecer um Bacharelado em Inteligência Artificial.
Com quatro anos de duração e aulas presenciais, a graduação foi estruturada para formar profissionais com base sólida e visão ampla sobre a área. Diferente de cursos tecnológicos mais curtos, o bacharelado oferece aprofundamento alinhado às diretrizes da Sociedade Brasileira de Computação.
O currículo integra ciência da computação, estatística, ciência de dados e inteligência artificial, preparando o estudante para desafios atuais e futuros.
Formação para protagonizar, não apenas acompanhar
Para o professor Mozart Siqueira, coordenador do curso, a escolha pelo bacharelado acompanha a complexidade da área.
A Inteligência Artificial exige mais do que domínio técnico imediato. Ela pede formação consistente, capacidade de adaptação e consciência do impacto que essas tecnologias geram na sociedade. Nosso objetivo é preparar profissionais que não apenas acompanhem as mudanças, mas que sejam protagonistas na construção de soluções responsáveis e inovadoras
MOZART SIQUEIRA
Coordenador do Bacharelado em Inteligência Artificial
A ideia é clara, formar pessoas capazes de construir soluções e não apenas utilizar sistemas prontos.
Mercado em movimento exige atualização constante
Além da graduação, a instituição estruturou um portfólio de pós-graduação voltado à atualização contínua de profissionais e lideranças, com MBAs alinhados às demandas contemporâneas, como:
- Inteligência Artificial para Gestão e Negócios
- Engenharia de Dados e Inteligência Artificial
- Inteligência Artificial Generativa: Modelos, Ferramentas e Ética
- IA aplicada à Análise de Dados e Tomada de Decisão
- IA para organizações contemporâneas
Em um cenário em que a tecnologia avança rapidamente, atualização deixou de ser diferencial, virou requisito.
A Inteligência Artificial já está moldando o presente. E quem investe em formação sólida, crítica e conectada à realidade do mercado sai na frente na construção das carreiras do futuro.
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