Quem chega ao Rio Grande do Sul logo percebe que por aqui algumas coisas têm um jeito próprio de acontecer. O sotaque é diferente, determinadas palavras ganham novos significados e situações do cotidiano podem receber uma tradução bem gaúcha.
Com a fome não seria diferente.
Dependendo do tamanho do intervalo entre uma refeição e outra, o gaúcho pode estar varado de fome, atucanado ou esgualepado. São expressões que ajudam a traduzir diferentes sensações de quem já está precisando comer.
E essa relação entre fome e linguagem é justamente o ponto de partida da ação Chegada sem Fome, da SNICKERS®, que leva expressões regionais para a comunicação e mostra, com humor, como a fome pode se manifestar de diferentes maneiras.

1. Varado de fome
Aqui não existe muita margem para interpretação.
Estar varado de fome é chegar naquele ponto em que comer deixa de ser apenas uma vontade e passa a ser prioridade.
Pode ser depois de uma viagem longa, de um dia corrido ou daquele intervalo que simplesmente ficou muito maior do que deveria. Quando a fome chega nesse nível, qualquer comida começa a parecer uma ótima ideia.
E a pergunta “vamos comer?” deixa de ser um convite e praticamente vira uma necessidade.
2. Atucanado
A fome também pode deixar a pessoa atucanada.
É quando começa aquela inquietação: olhar o relógio, pensar no horário do almoço, imaginar o que vai comer, procurar alguma coisa para beliscar e perceber que a concentração já não está exatamente no que deveria.
A pessoa até tenta continuar normalmente, mas a cabeça já está fazendo outra coisa.
Está pensando em comida.
3. Esgualepado
“Esgualepado” é uma expressão bastante conhecida no Rio Grande do Sul para descrever alguém cansado, acabado, sem energia.
E uma fome daquelas pode deixar qualquer pessoa exatamente assim.
É o momento em que o corpo parece pedir uma pausa e a única solução realmente interessante envolve sentar e comer alguma coisa.
Pode até parecer cansaço. Mas, dependendo da situação, talvez seja só a fome cobrando seu preço.
Quando a fome ganha sotaque
As três expressões mostram como um comportamento universal pode ganhar características próprias dependendo da região.
É esse o insight por trás da ação Chegada sem Fome, da SNICKERS®. Durante o período do Festival de Cinema de Gramado, a marca leva essa ideia para o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, transformando a chegada ao Estado em um primeiro contato com algumas expressões do vocabulário gaúcho.
A ativação apresenta mensagens que “traduzem” os diferentes sintomas da fome para o jeito local de falar, além da distribuição de SNICKERS® aos viajantes.
A proposta é brincar com uma situação que todo mundo conhece: quando a fome bate, você pode até ganhar outro nome, outro humor ou outro jeito de agir.
Mas a solução continua sendo a mesma.
Há várias formas de falar, mas uma de resolver: SNICKERS® mata a sua fome.
E você, como fica quando está com fome?
Pode ser varado de fome, atucanado ou esgualepado. O importante é reconhecer os sinais antes que a fome tome conta.
A campanha da SNICKERS® transforma justamente essas diferenças de linguagem em uma maneira divertida de aproximar a marca da cultura local.
Porque, no fim, a fome pode falar vários idiomas, sotaques e dialetos. No Rio Grande do Sul, ela também fala gaúcho.
SNICKERS® mata a sua fome.
Para encontrar SNICKERS®, acesse a Amazon.com.br e acompanhe @snickersbr no Instagram.

