Varado de fome, atucanado e esgualepado: os diferentes sintomas da fome no jeito gaúcho
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Varado de fome, atucanado e esgualepado: os diferentes sintomas da fome no jeito gaúcho

No Rio Grande do Sul, até a fome pode ganhar nomes próprios. Conheça expressões que ajudam a traduzir aquele momento em que a barriga começa a reclamar.

14/09/2026 - 12h00min

Quem chega ao Rio Grande do Sul logo percebe que por aqui algumas coisas têm um jeito próprio de acontecer. O sotaque é diferente, determinadas palavras ganham novos significados e situações do cotidiano podem receber uma tradução bem gaúcha.

Com a fome não seria diferente.

Dependendo do tamanho do intervalo entre uma refeição e outra, o gaúcho pode estar varado de fome, atucanado ou esgualepado. São expressões que ajudam a traduzir diferentes sensações de quem já está precisando comer.

E essa relação entre fome e linguagem é justamente o ponto de partida da ação Chegada sem Fome, da SNICKERS®, que leva expressões regionais para a comunicação e mostra, com humor, como a fome pode se manifestar de diferentes maneiras.

Divulgação

1. Varado de fome

Aqui não existe muita margem para interpretação.

Estar varado de fome é chegar naquele ponto em que comer deixa de ser apenas uma vontade e passa a ser prioridade.

Pode ser depois de uma viagem longa, de um dia corrido ou daquele intervalo que simplesmente ficou muito maior do que deveria. Quando a fome chega nesse nível, qualquer comida começa a parecer uma ótima ideia.

E a pergunta “vamos comer?” deixa de ser um convite e praticamente vira uma necessidade.

2. Atucanado

A fome também pode deixar a pessoa atucanada.

É quando começa aquela inquietação: olhar o relógio, pensar no horário do almoço, imaginar o que vai comer, procurar alguma coisa para beliscar e perceber que a concentração já não está exatamente no que deveria.

A pessoa até tenta continuar normalmente, mas a cabeça já está fazendo outra coisa.

Está pensando em comida.

3. Esgualepado

“Esgualepado” é uma expressão bastante conhecida no Rio Grande do Sul para descrever alguém cansado, acabado, sem energia.

E uma fome daquelas pode deixar qualquer pessoa exatamente assim.

É o momento em que o corpo parece pedir uma pausa e a única solução realmente interessante envolve sentar e comer alguma coisa.

Pode até parecer cansaço. Mas, dependendo da situação, talvez seja só a fome cobrando seu preço.

Quando a fome ganha sotaque

As três expressões mostram como um comportamento universal pode ganhar características próprias dependendo da região.

É esse o insight por trás da ação Chegada sem Fome, da SNICKERS®. Durante o período do Festival de Cinema de Gramado, a marca leva essa ideia para o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, transformando a chegada ao Estado em um primeiro contato com algumas expressões do vocabulário gaúcho.

A ativação apresenta mensagens que “traduzem” os diferentes sintomas da fome para o jeito local de falar, além da distribuição de SNICKERS® aos viajantes.

A proposta é brincar com uma situação que todo mundo conhece: quando a fome bate, você pode até ganhar outro nome, outro humor ou outro jeito de agir.

Mas a solução continua sendo a mesma.

Há várias formas de falar, mas uma de resolver: SNICKERS® mata a sua fome.

E você, como fica quando está com fome?

Pode ser varado de fome, atucanado ou esgualepado. O importante é reconhecer os sinais antes que a fome tome conta.

A campanha da SNICKERS® transforma justamente essas diferenças de linguagem em uma maneira divertida de aproximar a marca da cultura local.

Porque, no fim, a fome pode falar vários idiomas, sotaques e dialetos. No Rio Grande do Sul, ela também fala gaúcho.

SNICKERS® mata a sua fome.

Para encontrar SNICKERS®, acesse a Amazon.com.br e acompanhe @snickersbr no Instagram.


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