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Filmes para assistir no Dia das Mães: o especial do Escolhe o Filme relembra clássicos que marcaram gerações

Entre VHS, locadoras, Titanic, O Rei Leão e sessões de cinema em família, o episódio virou uma grande homenagem às memórias afetivas construídas com as mães

07/05/2026 - 14h50min

Tem filmes que marcaram gerações. Mas existem também aqueles que marcaram momentos específicos da vida, e quase sempre eles vêm acompanhados de alguém importante na memória. 

No especial de Dia das Mães do Escolhe o Filme, o foco não ficou exatamente nos melhores longas da história do cinema, mas nas experiências construídas ao redor deles: as tardes em família, as idas à locadora, os filmes vistos escondido quando criança e aquelas sessões improvisadas no sofá da sala que acabavam virando tradição sem ninguém perceber.

O episódio mergulha em um tipo de nostalgia muito particular de quem cresceu nos anos 90 e 2000. É uma lembrança coletiva que passa pela era do VHS, pelo hábito de alugar filmes no fim de semana e pela sensação de que assistir a alguma coisa junto era quase um evento familiar. Antes dos streamings dominarem tudo e transformarem filmes em algo consumido de maneira rápida e individual, existia um ritual inteiro envolvido em escolher o que assistir.

Ao longo da conversa, Leo Oliveira, Babi Bitencourt e Lari Guerra compartilham memórias extremamente específicas, e exatamente por isso muito universais.

Os filmes que marcaram as histórias do especial de Dia das Mães

Titanic

Poucos filmes parecem tão presentes nas memórias familiares brasileiras quanto Titanic. No episódio, ele aparece como aquele clássico que passava de geração em geração dentro de casa, inclusive em coleções intermináveis de VHS. 

O Rei Leão

Lari Guerra relembra que a primeira ida ao cinema da vida aconteceu para assistir O Rei Leão ao lado da mãe. E sim, as duas choraram muito. 

Kill Bill

Enquanto algumas famílias assistiam animações fofas, outras estavam vendo Quentin Tarantino sem qualquer preocupação com classificação indicativa. Para LAri, assistir Kill Bill com a mãe ainda criança é algo que explica muita coisa sobre os gostos cinematográficos da vida adulta.

Dois Filhos de Francisco

O filme aparece como um dos grandes pontos de memória afetiva brasileira do episódio, em um relato de Leo Oliveira. Mais do que a história de Zezé Di Camargo e Luciano Camargo, o longa acaba conectado às lembranças de infância.

Minha Mãe é uma Peça

Se existe um consenso no episódio, ele atende pelo nome de Dona Hermínia. O clássico estrelado por Paulo Gustavo surge como praticamente unanimidade quando o assunto é “filme de mãe”. 

Mogli: O Menino Lobo

Os clássicos da Disney aparecem várias vezes durante a conversa, e Mogli ganha destaque como uma daquelas animações que marcaram a infância de muita gente. 

Dumbo

Outro clássico que aparece nas lembranças afetivas do episódio. Dumbo representa bem essa era em que muitas mães apresentavam aos filhos os desenhos que elas próprias tinham assistido quando eram pequenas.

Mamma Mia!

No meio do programa surge também aquela clássica recomendação de “filme que combina com mãe”. Mamma Mia! aparece como exemplo perfeito de sessão confortável de domingo à tarde: musical divertido, história leve e caos familiar suficiente para render boas risadas.

O mais interessante é perceber como esses filmes deixam de ser apenas entretenimento e passam a funcionar como marcadores emocionais da infância. Não importa necessariamente se eram produções excelentes ou não. O que fica é a memória construída em volta delas.

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