O Brasil testemunhou mais de seis mil procedimentos de amputação peniana na última década, resultando em uma média anual superior a 600 casos, conforme apontado por um levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), baseado em informações do Ministério da Saúde.

Durante esse período, a amputação de pênis foi adotada como medida de tratamento em cerca de três a cada 10 pacientes diagnosticados com estágios avançados de câncer peniano. Segundo a SBU, a doença poderia ser prevenida com práticas simples, como hábitos adequados de higiene e a vacinação contra o HPV.

Câncer no pênis

O câncer peniano é uma infecção crônica do prepúcio, a pele que cobre a glande (a cabeça do pênis). Inicialmente, manifesta-se como uma ferida que não cicatriza e evolui para uma úlcera ou lesão grave. Uma das causas comuns é a falta de higiene adequada na região, favorecendo a proliferação de fungos e bactérias.

Quando detectado em estágio inicial, o câncer peniano apresenta altas taxas de cura e pode ser tratado de maneira menos invasiva. Em situações precoces, o tumor é restrito à camada superficial da pele e não afeta estruturas mais profundas, permitindo a remoção apenas da área afetada. A amputação é considerada somente em situações extremas.

Pacientes com fimose, caracterizada pela dificuldade na exposição da glande, estão mais suscetíveis ao desenvolvimento da doença, podendo considerar a remoção cirúrgica do prepúcio para facilitar a higienização.

Urologistas destacam que a higiene diária e adequada é fundamental para a prevenção, além de estar em dia com as consultas médicas, exames e vacinas.

E aí, já lavou o teu piu-piu hoje? 😅

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