Um homem de Edimburgo, na Escócia, tem o nome próprio mais comprido do mundo. São 29 palavras – uma para cada letra do alfabeto, com sobras – e 197 letras. Ele se chama Barnaby Marmaduke Aloysius Benjy Cobweb Dartagnan Egbert Felix Gaspar Humbert Ignatius Jayden Kasper Leroy Maximilian Neddy Obiajulu Pepin Quilliam Rosencrantz Sexton Teddy Upwood Vivatma Wayland Xylon Yardley Zachary Usansky.

Os amigos, no entanto, ignoram as opções, e preferem tratá-lo apenas por “Nick” – nome que, aliás, nem faz parte do registro. O sujeito, praticamente uma lista de chamada escolar, tem 36 anos e diz sempre ter sido fascinado por nomes antigos. Como a lei permite, resolveu assumir todos os seus favoritos.

Um dos seus preferidos é “Marmaduke“, que incorporou a seu nome antigo (Barnaby Usansky) primeiro. Conforme o “OddityCentral“, ele pensava em chamar assim a seu futuro filho; mas, como ainda é solteiro, adotou logo o nome, para o caso de não se tornar pai.

Depois, entraram os outros 26 nomes. “Nick” pretende parar por aqui.

Não estou desejando mal para ele, de forma alguma. Mas fico imaginando como será a lápide desse camarada.

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