Aretha Franklin, conhecida com a Rainha do Soul, morreu às 10h50 (de Brasília) desta quinta-feira (16), aos 76 anos, após uma longa batalha contra um câncer de pâncreas.

“Em um dos momentos mais tristes de nossas vidas, não temos palavras apropriadas para expressar a dor em nossos corações. Perdemos nossa matriarca, a rocha da nossa família. O amor que ela tinha por seus filhos, netos, sobrinhos, sobrinhas e primos não tinha limite”, diz o comunicado da família.

“Nós estamos profundamente tocados com a incrível demonstração de amor e apoio que recebemos dos amigos mais próximos e dos fãs de todo o mundo. Obrigado pela compaixão e pelas preces. Nós sentimos o amor de vocês pela Aretha e isso nos trouxe o conforto de saber que o seu legado sobreviverá. Nesse luto, pedimos respeito e privacidade nesse momento difícil”, concluiu o comunicado.

A cantora foi diagnosticada com a doença em 2010, o que a levou a se afastar dos palcos por um período. Sua última performance pública aconteceu na Filadélfia, em agosto de 2017.

Reconhecida, merecidamente, como rainha da soul music, Aretha Franklin é considerada uma das melhores vozes da história da música, referência para outros nomes que surgiriam na indústria, como Whitney Houston, Beyoncé e Adele. Ao longo de sua trajetória, ela soma 18 estatuetas no Grammy, torna-se a primeira mulher a entrar para o cobiçado Rock & Roll Hall of Fame, em 1987, e recebe a Medalha Presidencial da Liberdade (o maior reconhecimento para um civil americano) das mãos do então presidente George W. Bush.