De acordo com informações do Daily Mail, o advogado de Morgan Freeman enviou uma carta legal exigindo que a CNN se retrate com o ator, após ter publicado acusações de assédio sexual contra ele.

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A história: a repórter da CNN, Chloe Melas, publicou uma matéria acusando Morgan Freeman de assédio sexual, sendo ela a vítima.  Nas alegações de Melas, durante um programa, o ator lhe disse  “eu queria estar lá”, enquanto apertava sua mão e a olhava de cima a baixo. Em declaração feita pelo ator, ele admitiu ter dito esta frase, mas explicou que não foi direcionada para Melas, e sim para Michael Caine, outro repórter da CNN que participava do programa:

“É correto que, durante a entrevista, o Sr. Freeman tenha dito: ‘Eu gostaria de estar lá’. Mas Melas não tinha base factual para interpretar isso como uma declaração sobre ela, ou como assédio sexual. A fita de vídeo deixa claro que o sr. Freeman estava, de fato, respondendo a uma história que Michael Caine acabara de contar”, disse o advogado na carta.

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Morgan Freeman e Michel Caine durante programa da CNN.

Na matéria feita por Melas, outras duas mulheres são citadas como possíveis vítimas do ator. Ambas negaram as acusações e afirmaram nunca terem sofrido assédio por parte de Freeman.

Ainda na carta, o advogado diz que os comentários de Freeman foram deturpados e que a reportagem foi usada para difamar o ator. Dando inclusive a entender que a repórter Chloe Melas manipulou testemunhas e foi motivada interesses pessoais:

“Não se pode saber se isso foi produto de algo tão inócuo quanto Melas ter ouvido mal o que Freeman disse, seu egocentrismo descontrolado, ou sua busca por um assédio sexual para “expor” para poder chamar atenção e avançar sua carreira. Também é preciso perguntar se Melas teria a mesma reação exagerada e injustificada se o comentário tivesse vindo de Michael Caine ou Alan Arkin (também da CNN). Independentemente disso, nada sobre o que o Sr. Freeman disse apóia a conclusão da Sra. Melas. Melas, no entanto, tomou uma decisão consciente de tratar o comentário de Freeman como uma forma de assédio sexual e, em seguida, partiu em uma cruzada para difamar ele”

A CNN ainda não se manifestou sobre a carta.