A edição americana da revista GQ  elaborou uma lista um tanto quanto “complicada”. A edição trouxe as figuras menos influentes de 2014. Entre elas músicos, bandas, esportistas, jornalistas, atores, CEOs e muitos outros. É claro que as figuras do mundo pop não faltaram. E teve até Brasil na seleção.

Robin Thicke traiu a esposa, depois arrependido e na esperança de recuperá-la lançou um disco com o seu nome, que foi um fracasso de vendas. Seu maior sucesso, Blurred Lines, deu mais dor de cabeça que bons frutos, pois há pouco tempo ele admitiu não ter composto a canção, por estar “loucão” na maior parte das gravações. Por estes motivos o cantor ficou com a 25ª posição na lista.

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O cineasta Woody Allen tinha tudo para estar na lista dos influentes, porém realmente o ano não foi bom para um dos maiores cineastas da história. Além de ter seu trabalho Magic in the Moonlight com péssima bilheteria, Allen se envolveu em escândalos sexuais com garotas muito mais novas. Tomara que não volte a depressão. Posição de número 23 para ele.

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Um ótimo ator e diretor dedicado, mas com a vida complicada ultimamente. Shia LaBeouf assumiu o alcoolismo e vem lutando contra isso. A partir disso seus “fiascos” tomaram conta dos noticiários americanos. Ainda seu comportamento prejudicou o relacionamento com outras celebridades.  Segundo a revista, ele é a 21ª figura menos influente do ano.

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O queridinho das mulheres Johnny Depp também marca presença na lista. Tudo por causa de sua postura. O ideal de rockstar blasé. A postura sombria dentro e fora dos filmes de Tim Burton. O cara vive num mundo escrito pelos beatniks. Será que ele é assim quando está sozinho em sua mansão? Essas foram as justificativas da revista para colocá-lo na posição de número 16.

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Seleção Brasileira de Futebol. Realizar uma Copa do Mundo gastando bilhões de reais, não acabar as obras a tempo e “abrir as pernas” para as leis da FIFA não foram ações suficientes para evitar o estrago. Partidas fracas na copa e o derradeiro 7 a 1. O maior fiasco da história no futebol brasileiro, com direito a chororô de todo o time. 15ª figura menos influente. E foi pouco.

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O ano realmente não foi bom para Barack Obama. Presidente da maior potência do mundo teve fatores internos, como conflitos em Missouri, e externos, como o ebola (que ganhou até pelúcia) e os conflitos entre a Ucrânia e a Rússia, historicamente oposta aos EUA, para complicar sua vida. Todos os fatos desencadearam a insatisfação da população, o que levou o nível de aprovação do presidente recuar bastante. Quem diria que o presidente dos Estados Unidos ficaria como figura menos influente do ano?

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Songs of Innocence. Tudo para ser um presentão para o U2 e Bono Vox, mas em uma jogada de marketing o presente virou de grego. Com uma campanha de 100 mihões de dólares, os usuários da Apple receberam, sem serem consultados, o álbum na íntegra. Uma ideia inovadora para lançamento de músicas, porém não bem vista pelos fãs. A ação foi considerada invasão de privacidade, o que fez com que Bono pedisse desculpa. Resumindo, o total desastre deu o primeiro lugar para Bono e o U2, das pessoas menos influentes do mundo.

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Para fechar este post, você pode ouvir o álbum novo do U2, mas só se quiser.