siria

Desde o início de 2018, mais de mil crianças já foram mortas segundo dado divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). As autoridades estimam que o número corresponde a uma morte por hora.

O desespero é tão grande, que muitas mulheres se suicidaram para não sofrerem com o trauma de um estupro. Segundo dados da ONU, o conflito já fez mais de 400mil vítimas, além de 4,5 milhões de cidadão que se viram obrigados à deixarem suas casas e se tornarem refugiados.

O Observatório Sírio de Direitos Humanos comunicou que cerca de 65% das vítimas faleceram devido aos bombardeios aéreos protagonizados por aviões do regime sírio e russo.

O diretor regional da Unicef calcula que mais de 5 milhões de pequenos necessitem de assistência humanitária em todo o território sírio.

Diante de todos esses dados só resta uma atitude a ser tomada: precisamos ser solidários e ajudar. Saiba que existem maneiras efetivas para contribuir com a causa. Inúmeros grupos e organizações sérias trabalham para levar ajuda a quem precisa. Compartilho algumas entidades que estão de portas abertas para receber apoio:

Médicos Sem Fronteiras

A organização, que fornece suprimentos médicos para 158 hospitais localizados no leste de Alepo, atualmente tenta manter seis instalações médicas distribuídas na região norte do país. Em função da intensificação dos conflitos, a organização está com dificuldade para atender todos os feridos, por isso, as doações são fundamentais.

msf.org.br

Movimento Internacional da Cruz Vermelha

A organização está ajudando na retirada de civis feridos, muitos deles mulheres e crianças, das regiões atacadas. Para que os resgates continuem, precisamos ajudar.

cruzvermelha.org.br

ACNUR – Agência da ONU para refugiados

A agência da ONU para refugiados garante o futuro de diversas pessoas que estão nessa situação. Você pode escolher a região que deseja enviar a sua doação e fazê-la mensalmente por valores quase simbólicos. Eu contribuo com esse projeto e recebo todo o mês as histórias de sobrevivência de sírios que receberam o meu apoio. Já contei sobre a minha experiência aqui.

acnur.org

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