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Um relatório Gamer Consumer Insights realizado em 2017 mostra que as mulheres marcam presença do mundo dos games: 83% delas gostam de jogar no computador, 73% preferem o console e a maioria delas, 86%, joga em dispositivos móveis. Ainda assim, elas ainda são alvo de abuso e violência nesses ambientes: segundo um estudo da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, 100% das mulheres que jogam pelo menos 22 horas por semana já sofreram algum tipo de assédio.

Nicolle Merhy, do canal Cherrygumms é uma das embaixadoras da campanha (Reprodução)

No ambiente dos games multiplayer, não é nada raro avatares e nomes masculinos ocultarem, na verdade, meninas no comando dos joysticks. O motivo de as meninas se esconderem sob identidades masculinas ocorre em razão do preconceito da comunidade gamer, mesmo correspondendo a praticamente metade dos jogadores. São comuns xingamentos, perseguição e mensagens de assédio.

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Pensando nisso, a ONG Wonder Woman Tech lançou a campanha #MyGameMyName, para estimular mulheres a assumir seu gênero no ambiente online e levantar a discussão sobre o preconceito e o machismo nesse meio. A youtuber e gamer Nicolle Merhy,  do canal Cherrygumms  é uma das que aderiram à campanha:


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