beijo mari

Um beijo é um fenômeno. É o primeiro verdadeiro sinal de que existe química entre um par de pessoas (química literal). Existem quatro neurotransmissores básicos que são despertados através do beijo: a epinefrina, que é responsável por aumentar a nossa frequência cardíaca e o nosso nível de suor (por isso a sensação de calor e coração acelerado), a dopamina que te provoca uma sensação de bem-estar, prazer e excitação e a oxitocina, que gera afeto e confiança.

Mas além de química, um beijo é um fenômeno físico também. Já ouviu falar da teoria da física quântica? Atraímos pessoas que vibram em uma sintonia parecida com a nossa e sintonia é certamente uma das palavras primordiais pra um bom beijo. A física é a atração entre os corpos antes do beijo, a química é o processo durante o beijo.

Um primeiro beijo é como visitar pela primeira vez um lugar que você quer muito conhecer. A melhor parte é aquela ansiedade antes de chegar ao lugar, é aquele aflição boa que te faz se perguntar “será que o lugar é legal”, “será que vou me sentir bem?”. Sabe? Pra mim, o melhor momento é o pré beijo. Aquele momento em que já estamos perto demais da outra pessoa e que as bocas quase se encostam mas ainda não e que você sabe que a qualquer segundo vocês vão se beijar. O problema é que ultimamente, na pressa de se beijar rápido em uma tentativa frustrada de beijar a maior quantidade de bocas possível, se perdeu o costume do pré beijo. Esqueceram-se que o pré beijo é tão importante quanto o pré sexo. É o momento de tensão que te faz desejar pelo beijo. Que te faz querer, ainda mais, beijar aquela pessoa. É o momento que desperta ansiedade pra conhecer o lugar.

E mesmo que em cada beijo de 10 segundos a gente troque aproximadamente 80 milhões de bactérias, estudos comprovam que as pessoas que beijam mais, vivem mais. Tá liberado beijar, viu? Já beijou alguém hoje?

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