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Muitas pessoas falam: “o mundo está chato”, mas mal eles sabem a forma que eu vejo esse mundo, um lugar onde as pessoas estão finalmente podendo ser quem elas querem, como, quando e onde.

E claro que a moda se transforma junto com as mudanças do mundo e a questão de gênero já vem balançando o mundo da moda há algum tempo e agora é a vez da moda infantil.

Isso mesmo, agora os bebês não precisam sair da maternidade com roupas azul, porque é menino, ou rosa, por ser menina. Marcas estão investindo em peças que podem ser usadas tanto por meninos quanto por meninas, passando a ideia de fazer roupa para criança ser criança, com cores alegres, estampas diferenciadas e não estereotipando um ser humano que não pode decidir o que gosta ou não.

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Já compartilhamos aqui uma matéria falando sobre os filhos de famosos que já se vestem sem rótulos, confira: Padrões de gênero: 5 filhos de celebridades que não dão a mínima para isso.

Pensando nisso que depois de se tornar mãe do Bento, Patrícia Robalo, resolveu fazer a parte dela nas mudanças que o mundo está tendo.

“A minha loja Petite Maddá nada mais é, do que a extensão do meu desejo, da forma que crio meu filho: roupas com cores, com autonomia, que libertam a criatividade, sem gênero, sem distinção de cor, raça, que não rotula a criança como mini diva/o, ou lookizinho princesinha/princepizinho. Quero e preciso mostrar para os pais e crianças, que existe um mundo inteiro de liberdade, de cor, de bilhões e bilhões de pessoas que tu pode conhecer! Que a criança, pode e deve misturar etnias, cores, texturas e não dançar conforme uma sociedade que já delimita o que ela vai ser.”

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Todos os pais deveriam ter esse pensamento, dar a sua contribuição para o mundo, para que seus filhos tenham a oportunidade de crescer em um lugar melhor do que vivemos e é isso que milhares de pessoas estão fazendo pelo mundo, como uma das maiores redes de lojas de departamento da Europa, John Lewis, que tem mais de 153 anos de história, decidiu não reforçar os estereótipos de gênero e revolucionou. Agora suas 48 lojas não fazem distinção entre roupas de meninos e de meninas.

“Não queremos reforçar os estereótipos de gênero em nossas coleções. Em vez disso, queremos oferecer mais variedade aos nossos clientes, para que o pai ou a criança possam escolher o que gostariam de usar”, disse em um comunicado Caroline Bettis, diretora de roupas infantis da John Lewis.

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Lojas como a britânica John Lewis, ou a gaúcha Petite Maddá estão ganhando espaço e o coração dos pais que escolheram não vestir mais seus filhos como adultos, mas sim deixando com que eles possam ser apenas crianças, decidindo sozinhos se querem roupas com flores, coloridas, com dinossauros e até mesmo com princesas ou super heróis, sem que isso venha da “interferência” ou imposição de um adulto.

“Eu como mãe, faço a minha parte, me dedico hoje 100% em mostrar um mundo onde tudo se mistura! Onde um dia, possamos ir embora da terra, com a certeza que nossos filhos ficarão fortes, resilientes e doces! Só quero isso para meus filhos! Esse é a minha missão como mãe e visão da minha loja Petite Maddá!”, complementa Patrícia Robalo, dona da loja Petite Maddá.

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Marcas com propósitos, que pensam de verdade na “experiência” do seu consumidor que compra seu produto. Mães empreendedoras, que decidem além de ter uma vida financeiramente estável, fazer algo mais para o mundo que vão deixar para seus filhos.

Empresas grandes ou mães empreendedoras locais, seja lá quem você for, faça pelo próximo, do que o seu produto vai fazer por aquela pessoa, não que seja: “Ah, é apenas uma camiseta”.

Não, construa uma história por de trás dessa camiseta, faça ela falar pela pessoa que decidiu investir na sua marca. Por um mundo de marcas e empresas que pensem no seu legado!

Obrigada John Lewis, Petite Maddá e outras tantas marcas que estão quebrando milhares de tabus e mostrando o mundo que sim, a gente pode ser quem quiser!

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Beijos pipow! <3

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Créditos da foto de capa: Bárbara Schmidt Fotografia

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