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Certa feita, eu e uma amiga falávamos sobre traição. Ela me contou que viu o namorado de uma amiga perambulando em um shopping com outra garota, e como boa amiga que era, ela contou para a amiga. Pois bem, como vocês sabem, se essa história tivesse um final legal, não estaria sendo escrita. A amiga não acreditou e elas se afastaram. PASMEM. Então, amigos, aí vai um desabafo.

Feminismo pra mim é muito mais do que a procura pela igualdade entre gêneros, mas também uma forma de aproximar mulheres que passaram por situações em comum e assim proporcionar a elas um apoio, sustento e um sentimento de que elas não estão sós (e não estão mesmo). Acredito que absolutamente tudo que fazemos para as pessoas volta pra gente de alguma forma, portanto sempre procurei ser honesta e sincera com todos que me cercam (talvez até demais, o que também é um problema, mas pra um outro texto).

Acontece que sempre fui contra o ditado de que “em briga de marido e mulher não se mete a colher“, pelo simples motivo de que se eu estivesse passando por determinadas situações gostaria de intervenções PRINCIPALMENTE dos meus amigos, um exemplo básico que casa com a história que contei acima: se eu estivesse sendo traída ou desrespeitada por um namorado, marido, companheiro, gostaria de saber disso, porque ninguém merece ser “a última a saber”. Mas eu tenho uma novidade, gente. Infelizmente essa é a maneira como eu Mariana penso e talvez as “Luizas”, “Danielas” e as “Lauras” não pensem da mesma forma. Uma pena, pois nada nos faz tão verdadeiramente feliz quanto receber o valor que merecemos (RECIPROCIDADE o nome, tá? E todos e todas nós merecemos isso).

Vocês já passaram por isso? Como vocês agiriam se uma amiga contasse que você foi traída? Pense nisso pra não cometer o erro de perder uma amizade linda por homem cafajeste!

Quem sabe um dia eu aprendo a não sofrer com a decisão dos outros, por enquanto tá difícil.

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