casal sitcNas décadas de 60 e 70 mulheres (com idade para serem nossas mães e avós) foram as ruas “queimar sutiãs”, lutando contra a opressão feminina e a repressão sexual. Sim, cara amiga, eu e você somos filhas da revolução sexual feminina.

E graças a esses movimentos iniciados  no século passado, hoje a mulher é mais dona do nariz e do corpo do que nunca, e o sexo já não é mais um grande tabu (ao menos não para a maioria). A prova disso é que o mundo erótico vem se tornando um espaço cada dia mais feminino. O mercado de filmes adultos, por exemplo, não é mais exclusivo dos meninos.

Pra ter uma ideia, em 2015 uma pesquisa realizada por dois grandes sites de pornografia (Pornhub e Redtube) revelou que as brasileiras e as filipinas estão em primeiro lugar no consumo de conteúdo erótico!

Já somos 35% do público desses sites, que geralmente têm suas produções voltadas bem mais ao público masculino. O que isso significa? Muitas de suas amigas consomem sim, filmes pornográficos! E foi pensando nesse público que só cresce, que começaram a surgir filmes dirigidos por mulheres para mulheres. Ou seja, a partir de uma perspectiva feminina. E isso já tem até nome: é o chamado art-core.

E só se realmente você nunca entrou em um site pornô, não sabe a mudança que isso representa. Pra começar, existe toda uma preocupação estética, escolha de outros tipos de ângulos, atrizes com as quais podemos nos identificar, atores bonitos (esqueça os truculentos), uma história mais complexa (deram folga para o encanador), entre outros detalhes…

Há uma demanda, mas a maioria das mulheres quer algo muito mais sincero, limpo e sexualmente inteligente em relação ao que é possível encontrar na maioria dos outros portais.

Foi o que afirmou em entrevista Pablo Dobner, diretor executivo e cofundador do Erika Lust Films, empresa que leva o nome da diretora que produz conteúdo sob a perspectiva feminina.

E a gente deixa aqui uma sugestão pra você apagar o seu fogo:

Brinks, aqui, no site da Erika Lust Films.

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